Os segredos de Don Frutos revelados por Aldyr Garcia Schlee que nos fala sobre o romance, o processo de criação, os personagens, as fontes, as anedotas, o que foi real, o que foi ficção. .
Este momento histórico para a literatura do rio Grande do Sul aconteceu após a Palestra "Conhecendo Don Frutos" por parte da Professora Maria Eunice Moreira, da PUC/RS, na III Feira Binacional do Livro de Jaguarão em dezembro de 2011 na qual Schlee foi o patrono.
sábado, 9 de março de 2019
sexta-feira, 20 de julho de 2018
Memória dos Trens - Jaguarão e Rio Branco
A todos os ferroviários
do Uruguay e do Brasil
Voz inicial: Santiago Passos
Texto: Jorge Passos
Voz e texto de Fernando Soares
Voz: Jorge Passos
Voz: Miriam Chafado
Texto: Miria Sosa
Texto: Leonardo Spilman
Trenes de Afe
Voz: Mangela Britos
Texto: Gabriela Duarte Rodríguez
Imagens youtube
Daniel Techera
(video antiguo del sodre)
Trenes de Uruguay
"Carguero hacia afuera"
Viaje a Rio Branco_02
Intérpretes: Alessandro Gonçalves
(Cortometraje CEFU)
Fabian Iglesias
Música
Nos trilhos da Infância
Alessandro Gonçalves
e Maria da Conceição
Jaguarão Vídeos
Locomotiva Blues
Engels Espíritos
Reportagens e Edição
Jorge Passos
Martim César Lança Livro na Capital
O poeta e escritor Martim César Gonçalves estará em Porto Alegre para o lançamento de seu novo livro "Sangradouro".
No próximo dia 2 de agosto, a sessão de autógrafos será
realizada a partir das 18h, na Livraria Letras&Cia do Shopping Paseo, na
zona sul da capital. O evento contará com a apresentação de artistas convidados
como Chico Saratt, Marco Aurélio Vasconcellos, Marcello Caminha e Náufragos
Urbanos.
O livro de contos, Sangradouro, da Editora Movimento, tem como
pano de fundo a história do Rio Grande do Sul, o imaginário fronteiriço e o
tempo das charqueadas. No livro, o autor busca retratar um pouco do lugar
híbrido e mestiço em que habita; essa região de intersecção cultural, com suas
singularidades e com seu pano de fundo mítico e histórico.
Martim César é natural de Jaguarão, divisa com o Uruguai. Também é
escritor, poeta e músico, sendo vencedor de mais de 30 festivais de música do RS
e de mais de 10 festivais nacionais.
segunda-feira, 4 de dezembro de 2017
Lo que realmente Cuesta
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| Joán Miró |
Cuesta más que los cambios
Cicatrizar heridas,
Cuesta más que los cambios
Recuperar la confianza;
Cuesta más que los cambios
Borrar y empezar de nuevo
Con una gota de humedad
Y un gramo de esperanza
Cuesta más que los cambios
Alcanzarlos a la práctica,
Hasta que ellos mismos
Sean imaginarios...
Cuesta más que los cambios
Ver luz jamás esperada.
Que un dia por milagro
Presencia en las ventanas.
Cuesta más que los cambios
Aceptar la inclemencia
Que el tiempo transitorio
Va transformando el orden.
Cuesta más que los cambios
Aceptar que ya viejos,
El tiempo futuro
Pertenece a los jóvenes.
Cuesta más que los cambios
contar mi vida muerta,
Mucho antes de la fecha
A ocupar mi féretro.
El tiempo cronológico
Nos cambia por segundos
Y el tiempo psicológico
Jamás fue complacido
Jorge de la Lira
Rio Branco, Septiembre de 2007
La vida prohibida que he tenido,
Es la muerte temprana que me han concedido.
(La vida de los seres humanos no se diferencia por su naturaleza;
Sino, por las injusticias sociales)
Ruego de discreción
No me diga Usted, solo acepto ché,
Yo soy la conciencia del que empieza otra vez;
El niño que soñó y pedió su identidad,
De donde aprendió todo menos, el educar
No me diga Usted, aún no he madurado,
El tiempo no me ha dado la esencia del honor;
Yo soy el aprendiz cual me sigo ilustrando,
La razón me ha indicado que está todo al revés.
Debo de reparar mi estructura interior,
Ser solo el que espera de la luz del sol;
Que en todas las jornadas que pasan por mi vida,
Debo exponer mi estima como un gran pizarrón.
Y que el aula me responda con la experiencia viva,
Con que la biografia dirá quién soy yo;
Y que mañana indaguen los que quieren historia:
Yo soy la misma estirpe que floreció y murió.
El tiempo es transitorio pero tiene sentido:
Todos los seres vivos tienen una realidad,
Qe explica su existencia por todos los motivos,
Que nunca se hace olvido por más que há de callar.
Hay sapatos en tierra que van dejando huellas,
Por donde el ser humano llegó, vivió y se fué;
Y que luego los arqueólogos rastrean los vestigios,
De aquellas impresiones que quedan por saber.
¿Todo el tiempo devora... Todo lo traga el tiempo?
La grandeza aparente es la gran pedanteria,
Maquillaje de arlequin aplaudido en un dia,
Donde el vicio evapora la lealtad y la decencia.
Así nunca logramos vivir lo que queremos,
Soñar lo que aprendemos de la propria experiencia;
Que el poder del dinero no es el que tememos,
Sino, lo que nos imponen con el pavor al fuego.
No me diga Usted, solo acepto ché,
Porque aún en estos dias con medio siglo encima:
Sigo tratando el mundo con la misma inocencia,
Donde logro entender que cambiarlo me cuesta.
Jorge de la Lira
Rio Branco, abril de 2017.
Inspirado en el libro de Paulo Freire, Pedagogia de la Autonomia
(Nadie es sujeto de la autoridad de nadie)
quinta-feira, 28 de setembro de 2017
O país que não se vê

O Brasil dos
Invisíveis
Há um caminho estreito que se perde no horizonte
Por onde passam tantos que se vão país a
dentro
Entre campos e cerrados, por banhados,
selvas, montes
E eu também cruzo por eles no olhar dos sentimentos
Vou deixando atrás aldeias, com seus pátios, suas quintas
Em sertões muito distantes dessa pressa das cidades
Onde mesmo o próprio tempo tem mais tempo para a vida
E parece andar tão lento que nem se vê sua passagem
Há um caboclo que se estira numa rede em Altamira
Há um caipira que proseia numa venda em Cambuquira
Há um mambira que não sabe como é que a Terra gira
E um mambembe que encena em plena praça uma mentira
Há um povo de verdade... e que nas telas não se vê!
E que luta dia-a-dia... igual a mim e a
você
Uma gente que resiste e que no futuro
ainda crê
O Brasil
dos invisíveis... o que não passa na Tevê.
Há vilarejos nos fundões com suas ruas empoeiradas
E povoados ribeirinhos com suas barcaças coloridas
De casas velhas resistindo com paredes descascadas
De ranchos toscos, palafitas, abrigando tantas vidas
Continente dos que vivem mais além dos refletores
Nas batalhas invisíveis de mil carências rotineiras
Homens simples resistindo, vida a fora... lutadores
Que jamais negam a mão para uma ajuda verdadeira!
segunda-feira, 31 de julho de 2017
Entrevista Marco Aurélio Vasconcellos e Martim César
Programa 'Uma charla na boca da noite' - Radio Sul Net - Porto Alegre - RS
Para quem quiser ouvir uma conversa sobre música e histórias dos festivais do Rio Grande do Sul.
https://soundcloud.com/ radiosulnet/uma-charla-na- boca-da-noite-marco-aurelio- vasconcellos-e-martim-cesar
Para quem quiser ouvir uma conversa sobre música e histórias dos festivais do Rio Grande do Sul.
https://soundcloud.com/
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