terça-feira, 18 de junho de 2013

Juan Schellembe​rg e Musa Híbrida faturam maior número de prêmios no Brasil Sul de Música


Em um ambiente descontraído e repleto de talentos da região de Pelotas e apreciadores de boa música, foi realizada na noite do último sábado, dia 15, a primeira edição do Prêmio Brasil Sul de Música, evento financiado pelo ProCultura de Pelotas. O grande destaque da cerimônia realizada no Theatro Guarany foi o uruguaio Juan Schellemberg, que atualmente reside em Jaguarão, indicado em seis categorias com o álbum Suite Montevideana que faturou cinco prêmios, entre eles o de Melhor Disco na categoria geral. Outro grande premiado da noite foi o Musa Híbrida, indicado em cinco categorias e vencedor de quatro, entre eles Melhor Disco do gênero Música Livre e Revelação 2012.
A noite começou com uma linda homenagem ao Mestre Baptista através da exibição de um trecho de um documentário sobre o fomentador da cultura afro e do tambor de sopapo e um show de percussão arrepiante formado pelo quarteto Alabê Oni. Entre as 24 premiações da noite, algumas inserções musicais de artistas como Aluisio Rockembach, Gilberto Oliveira e Gil Soares abrilhantaram o evento.
Na categoria mais concorrida da noite, MPB, o pelotense de coração Kako Xavier, um dos músicos do Alabê Oni – em turnê por 60 cidades do Brasil – faturou o prêmio Melhor Disco, com Minha Praia, gravado em Porto Alegre em 2009 e lançado em 2010. A produção já havia sido indicada no Prêmio Açorianos em 2011 nas categorias Melhor Cantor e Melhor Disco MPB e contemplado no projeto Pixinguinha da Funarte
“O ProCultura tem três anos em Pelotas e está se firmando cheio de boas intenções. O Prêmio Brasil Sul de Música é uma iniciativa que já deu certo. A organização está de parabéns por esta ideia”, disse o artista que também estava concorrendo a Melhor Produtor e Melhor Disco de Rock, com o grupo Procurado Vulgo.
Nova aposta
Uma das maiores surpresas da noite foi o número de conquistas da banda recente Musa Híbrida, que não só levou o troféu de Melhor Disco e Melhor Compositor do gênero livre - para Alércio - como foi considerada a Revelação 2012. O disco gravado no ano passado é o primeiro trabalho da vocalista Camila Cuqui com música.

O troféu júri popular, computado através do número de curtidas em cada capa de disco que podia ser visualizada na Fan Page do Prêmio no Facebook foi para a banda de rock Thunderbird.
O destaque da noite
Foram dois anos de trabalho atrapalhados por uma série de fatores como uma fratura no braço direito após uma aventura nos campos de futebol, mas depois de superar os contratempos Suite Montevideana, de Juan Pablo Schellemberg, ficou pronto. E o trabalho de excelente qualidade não só levou o prêmio de Melhor Disco Geral e de sua categoria – instrumental – como rendeu os troféus de Melhor Arranjador, Produtor – ao lado de Luis Ravizza e MartinBerloto e Melhor Compositor. “É inacreditável ter ganhado todos estes prêmios. Eu acredito na minha música sabes? Mas ter o teu trabalho reconhecido é uma grande honra”.

Confira os vencedores:
CATEGORIAS GERAIS
Melhor Arranjador: Juan Schellemberg, álbum Suite Montevideana
Melhor Projeto Gráfico: Regina Veiga e Rodi Nuñez – Mandinho, de Leandro Maia
Melhor Produtor: Juan Pablo Schellemberg, Luis Ravizza e MartinBerloto – Suite Montevideana
Melhor Disco: Juan Schellemberg – Suite montevideana
Disco Revelação: Livro livre – Musa Hibrida
CATEGORIA MÚSICA REGIONAL / FOLCLORE
Melhor Compositor: Marco Aurélo Vasconcelos – Já se vieram
Melhor Intérprete: Maria Conceição – Essência
Melhor Instrumentista: Gil Soares – Essência
Melhor Letrista: Xirú Antunes – Terra a dentro
Melhor Disco: Terra adentro, de Xiru Antunes
CATEGORIA MPB
Melhor Compositor: Juliano Guerra – Lama
Melhor Intérprete: Ricardo Fragoso – Canções de armar e desarmar
Melhor Instrumentista: Jucá de Leon – Canções de armar / Sons do silêncio / Com as próprias mãos
Melhor Letrista: Marco Gottinari – Tudo uma canção
Melhor Disco: Minha praia, de Kako Xavier
CATEGORIA ROCK
Melhor Disco: Canastra Suja, com Máquina Loucura
CATEGORIA INSTRUMENTAL
Melhor Compositor: Juan Schellemberg – Suite montevideana
Melhor Instrumentista: Gilberto Oliveira – Cordas pra que te quero
Melhor Disco: Suite montevideana, de Juan Schellemberg
CATEGORIA MÚSICA LIVRE
Melhor Compositor: Alércio – Musa hibrida
Melhor Intérprete: Leandro Maia – Mandinho
Melhor Instrumentista: Negrinho Martins – Latinamente
Melhor Disco: Musa Hibrida – Livro Livre premiobrasilsuldemusica.blogspot.com
Por: Mônica Jorge – assessora de comunicação
Fonte: http://www.ecult.com.br

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Paulo Timm, Gilberto Isquierdo e Maurício Raupp lançam o disco Singular

     A singularidade presente em três amigos e irmãos de alma que fazem do 
poema e da melodia algo imprescindível no norte do seu trabalho, que é o Sul
A união dos músicos Paulo Timm, Gilberto Isquierdo e do letrista Maurício Raupp Martins resultou no projeto artístico-musical “Singular”, gravado entre 2011 e 2012, em Pelotas. A noite de outono de 4 de Junho (terça-feira) foi a data escolhida para a cidade de Pelotas receber o lançamento desta parceria, tendo um show aberto ao público, na Bibliotheca Pública Pelotense.

O surgimento do disco nasceu em uma edição do Sarau da BPP, onde Timm, Isquierdo e Maurício participavam. Com a afinidade e as parcerias já estabelecidas, a união fortaleceu a produção e a gravação do álbum Singular, contendo 12 faixas assinadas pelos três integrantes e contando ainda com parcerias especiais de Martim César e Alessandro Gonçalves, nas composições.

O disco tem a apresentação com as palavras do poeta e parceiro do projeto Martim César, o qual não hesita em usar da sensibilidade e do conhecimento ao projeto para descrever o disco: “Canções em que o olhar do artista da música e das imagens – e aqui escrevo Gilberto Isquierdo - consegue deixar timbrado o seu estilo único; como se ao musicar, pintasse um quadro. Melodias em que fica mais uma vez comprovada a sonoridade inconfundível de um talento com quem tenho orgulho de compartir tempo e espaço; e aqui me refiro ao Paulo Timm. Poesias que não se apegam a dogmas e nem a temas comuns, e que alcançam as visagens de noites zitarroseanas ou dos versos à la “Whitmann” que nos chegam feito cursos límpidos e puros de palavras singrando as terras do sul. Ou mais precisamente: as águas do sul. Nosso sul, Maurício Raupp.”

Depois de Pelotas, será a vez de Jaguarão receber o Lançamento do CD Singular, o que deverá acontecer em breve.

Sobre os integrantes:

PAULO TIMM: Músico, compositor e produtor musical. Natural de Jaguarão faz parte do movimento musical do RS desde 1995 quando participou da 2ª Edição do CIRIO – Canto Interuniversitário Rio Grandense – de Pelotas. Discografia: CD CAMINHOS DE SI (2004) – projeto poético-musical em parceria com os compositores Martim César e Hélio Ramirez. CD MARIA CONCEIÇÃO canta MARTIM CÉSAR E PAULO TIMM (2005), trabalho que registra sua trajetória como compositor de música latino–americana. CD DA MESMA RAIZ – Marco Aurélio Vasconcellos interpreta MARTIM CÉSAR, PAULO TIMM E ALESSANDRO GONÇALVES (2009). Atualmente dedica-se a divulgação de seu mais recente trabalho: o CD SINGULAR em parceria com Gilberto Isquierdo e Maurício Raupp Martins.

GILBERTO ISQUIERDO Natural de Jaguarão, artista visual, músico/compositor e arteterapeuta, reside em Pelotas desde 1977. É nas Artes Visuais que desenvolve desde os anos 80 extensa atuação com inúmeras exposições individuais e coletivas no país e exterior. Entre os anos 80 e 90, integra diversos grupos musicais, como: Coxilha/86, Natofício/90 e Voz e Cordas/93. Em 2004, lança o cd Campurbano. Em 2008, grava de forma independente o trabalho solo, intitulado Sons do Silêncio. Em 2009, lançou o livro Linha do Tempo. Atualmente, além do Lançamento do cd Singular, prepara seu próximo trabalho solo, o cd Transcender, com a participação de diversos músicos e letristas da região.

MAURÍCIO RAUPP MARTINS Advogado, natural de São Lourenço do Sul, possui dois discos gravados. “Sobre um homem que vinha num mouro e outras histórias”, com Joca Martins  e “Cantos de Lucha y Esperanza”,com Oscar Massita. É letrista do disco “Singular”, produtor e apresentador do Programa Cantos de Luta e Esperança, na RádioCom 104,5 FM e Cantos de Todos os Cantos, na Rádio litoral Sul, em São Lourenço. Possui diversas premiaçoes em festivais nativistas e  é membro da Comissão Artística do Reponte da Canção e um dos fundadores do Departamento de Arte e cultura Latino-Americana da BPP.

Publicado na Coluna Gente Fronteiriça do Jornal Fronteira Meridional em 05/06/2013


terça-feira, 11 de junho de 2013

Prorrogadas as Inscrições do XVII Fecampop


A Secretaria Municipal de Cultura, Turismo, Juventude e Mulheres de Canguçu/RS e a Comissão Organizadora do 17º FECANPOP, comunicam a todos os interessados, que fica prorrogado o prazo para as inscrições do Festival Canguçu de Música Popular - FECANPOP.
Assim, as novas datas para fim das inscrições são: dia 21 de junho para as músicas enviadas por correio e 28 de junho para as inscrições presenciais junto a Secretaria.
A divulgação das classificadas ocorrerá, a priori, no dia 03 de julho, um mês antes do festival, que ocorre nos dias 03 e 04 de agosto, no Cine Teatro Municipal 27 de Junho Professor Antônio Joaquim Bento.
Mais informações podem ser solicitadas ainda através dos e-mails:


sexta-feira, 7 de junho de 2013

Arnaldo Antunes em Montevidéu

As coisas do Mundo


Por Daniel Veloso - El País Cultural

El poeta había llegado a la Biblioteca Nacional una hora antes. Estaba sentado en un sillón, en una de las salas laterales, junto a la artista plástica brasileña Marcia Xavier. Me acerqué, saludé y pedí un momento para hacerle unas preguntas.

A pesar de que faltaba poco para que comenzara la presentación de su libro Las cosas(Yaugurú), accedió con amabilidad. Nacido en 1960, Arnaldo Antunes es conocido por el disco Tribalistas(2002), realizado junto a Marisa Monte y Carlinhos Brown. Pero también es conocido por ser uno de los cantantes de la banda brasileña Titãs, de la que formó parte desde sus inicios en 1982, y con la que sacó siete discos. Reconocido por su voz profunda y grave, lo es también por las letras de sus canciones, en las que critica la sociedad contemporánea, el consumismo, los medios masivos de comunicación e instituciones como la iglesia, la familia o la policía.

Mientras se desarrollaba su carrera con la banda, Antunes escribía poesía y realizaba performances, videos y esculturas. A comienzos de la década de los noventa, con el alejamiento del grupo y el comienzo de su carrera solista, experimentaría un gran desarrollo artístico. En ese período produce su libro As coisas y su primer disco, Nome, e inicia una conjunción entre poesía y artes visuales. Muchos críticos consideran a Antunes como heredero del rico legado del movimiento de poesía concreta, primer movimiento de literatura de vanguardia en Brasil, conocido también como grupo Noigandres, de mediados de la década del cincuenta.

El movimiento incursionó en la utilización de otros medios expresivos además de la escritura, como el audiovisual, y ya en las últimas décadas del siglo XX, del video y la informática. Justamente en este período aparece la figura de Arnaldo Antunes. En 1992 participó junto a uno de los fundadores del movimiento concreto, el poeta Augusto de Campos (que definió a Antunes como ciberpoeta), de una performance en la que con láseres se proyectaron poemas sobre los edificios de la Avenida Paulista.

Antunes vestía como habitualmente lo hace cuando se presenta en público: saco negro, pantalones un poco cortos que dejaban ver las medias, y grandes zapatos negros. Los ojos amables, rodeados por aureolas oscuras, la voz que impresiona, junto a sus maneras educadas y sencillas, le dan un aire de poeta romántico pero sin perder el viejo estilo punk.


Fonte: http://www.elpais.com.uy

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Maria Conceição - Ahí anda cantando mi corazón

                                    

Show de Lançamento do CD Cantares del Sur (Maria Conceição canta Martim César e Paulo Timm) no Teatro Sete de Abril em Pelotas.
  

quarta-feira, 5 de junho de 2013

O Fantasma da Torre Minervina


As reminiscências do José Alberto de Souza publicadas nesta coluna, levaram-me também a remexer no meu bau de lembranças jaguarenses e, para minha surpresa, qual a que emergiu? A de um fantasma beato, o da Torrre da Minervina. Ele surgia às sextas-feiras, por volta da meia-noite, no já distante agosto de 1962. Era um vulto branco que percorria o muro lateral da Igreja, na rua Coronel de Deus Dias, logo desaparecia e surgia de novo, agora lá em cima, contornando a marquise da torre. Um dos primeiros a presenciar essa possível assombração foi um brigadiano, conhecido como Cabo Godinho, ao concluir sua pacata ronda ciclística. Levou um susto tão grande que quase caiu da bicicleta. Dirigiu-se então à toda para o Café do Comércio, ainda aberto, embora o adiantado da hora e contou o que vira, apavorado. Havia um grupo de poucas pessoas, conversando em torno de uma única mesa e ninguém levou a sério sua narrativa. Muito menos o Reingantz, proprietário da casa, que já fechava as portas ruidosamente para os retardatários se retirarem.

Entretanto, para o medo de alguns e a descrença de muitos, dali em diante mais e mais pessoas começaram a ver esse tipo de aparição, no mínimo uma vez por semana. Até que cerca de dois meses depois, altas horas, um grupo de pessoas ansiosas aguardava o surgimento do fantasma. A fraca iluminação daquele tempo, com escassas lâmpadas do tipo doméstico, fazia as árvores da rua General Osório projetar grandes sombras que, aliadas à neblina que caia lentamente, criavam um clima de suspense londrino. E foi aí que o Bica, meu amigo de infância, mais o Antoninho Becker, colocaram água fria na fervura. Apareceram armados de revolver e espingarda com a intenção de dar uns tirinhos no fantasma e ver o que acontecia. Nem precisou fazer o primeiro disparo, a assombração - que não era do outro mundo mas daqui mesmo - tomou uma chá de sumiço e nunca mais apareceu.

Hoje, passados mais de 50 anos, é possível revelar os autores da façanha. Um deles era o meu irmão Paulinho Fagundes Azevedo, que embora fosse dez anos mais novo do que eu, já faleceu. Eu reclamo que a turma daquele tempo está sempre furando a fila, mas não adianta. A maioria já passou para o plano espiritual, deixando-nos na saudade. Os outros eram o Nelson e o Valquir Del Pino, tendo ainda um conselheiro filosófico, professor do Colégio Espírito Santo, cujo nome já não recordo. Mas foi ele quem aconselhou a descer o pano final, antes que ocorresse uma tragédia. Os atores fantasmas eram dois, porque assim podiam atuar em sintonia. Enquanto um desaparecia aqui embaixo, o outro imediatamente surgia lá no alto da torre, abrindo os braços, todo de branco, aumentando o mistério.

E embora eles tenham usado como cenário o venerável espaço externo de uma igreja, creio que o bom Pai do Céu logo os perdoou. Afinal, era apenas uma turma de jovens e sua brincadeira não magoou ninguém. Em meio a tantos problemas cabeludos criados pelos adultos, até Deus até deve gostar de espairecer e dar uma risada ante uma boa e inocente piada.

Pedro Fagundes Azevedo

Publicado na Coluna Gente Fronteiriça do Jornal Fronteira Meridional em 29/05/2013




terça-feira, 4 de junho de 2013

Festival Canguçu da Canção Popular

 Marco Gottinari, Pedro Munhoz, Paulo Timm , Martim César
Daniel Zanotelli têm a missão de decidir quem serão
os vencedores do festival
As inscrições para o XVII Festival Canguçu da Canção Popular – Fecanpop – encerram no dia 6 de junho. Até lá, músicos de Canguçu e região podem enviar suas composições para o evento que acontecerá nos dias 3 e 4 de agosto.
A projeção dos organizadores é de que o Fecanpop será um dos maiores já realizados desde a retomada do festival, em 2007.

A perspectiva otimista se baseia no aumento da premiação, na qualidade dos shows e na capacidade da comissão julgadora, formada por nomes conhecidos do cenário artístico nacional.

É o caso do poeta Martim César, natural de Jaguarão e duas vezes vencedor do concurso nacional de poesia Rua dos Cataventos. Martim lançará durante o Fecanpop seu sexto livro: Sobre amores e outras utopias.

Além do poeta jaguarense, Daniel zanotelli, Marco Gottinari, Paulo Timm e Pedro Munhoz terão a responsabilidade de definir as músicas vencedoras.

Conheça o perfil e a tragetória artística dos cinco jurados do Fecanpop:

Daniel Avila Zanotelli
Nasceu em Pelotas, em 1973. Começou seus estudos de música aos 12 anos com a professora Amélia Cruz, com quem teve lições de solfejo, percepção e teoria musical, além da prática do saxofone. Aos 15 anos ingressou no Conservatório para aperfeiçoar seus conhecimentos de solfejo, percepção e teoria. Em 1993 ingressou no curso de bacharelado em flauta transversal, na UFPel. Nessa época, começou a participar de Festivais de Música no RS. Também participou do festival de inverno de Ouro Preto (MG) promovido pela UFMG. Gravou com grandes nomes da música do RS. Idealizou, com Eduardo Varela, o Clube de Jazz de Pelotas e, depois, o Festival de Jazz de Pelotas. Atualmente, além de participar de festivais de música, vem gravando diversos discos pelo Ponto de Cultura Outro Sul.

Marco Gottinari 
Pequeno agricultor, compositor e canta-autor da cidade de Pelotas. Em 2007 lançou o cd “Interior” – lançando em paralelo o projeto “Mata Viva”, que consiste no plantio de dez mudas de árvores nativas na região, começando pelo Arroio Pelotas, onde reside, para cada cópia vendida. Em maio de 2012 lançou "Tudo uma canção". No ano de 2013, Marco Gottinari conquista o Primeiro lugar no XVI Fecampop com a composição “Carrossel”.     Em Abril de 2013, o cd “Tudo Uma Canção” é indicado ao 24º Premio da Musica Brasileira, promovido pelo Ministério da Cultura, onde disputam nomes consagrados, como Roberto Carlos e Seu Jorge.

Martim Cesar 
Natural de Jaguarão,é integrante do grupo poético-musical Caminhos de Si. Vencedor por duas vezes do prêmio Rua dos Cata-ventos; Vencedor de diversos festivais no RS, além de festivais nacionais como o Pampa e Cerrado (Brasília-DF) e o Festival Nacional da Reforma Agrária. É coautor da peça “O engenhoso fidalgo Don Quixote de la Mancha (adaptação da obra de Miguel de Cervantes)”. Foi Indicado ao Prêmio Açorianos 2010 como melhor letrista do RS. Autor de 5 livros de poesia e contos. Coautor dos trabalhos discográficos Caminhos de Si; Maria Conceição canta Martim César e Paulo Timm; Canções de a(r)mar e desa(r)mar; Da mesma raiz (indicado ao açorianos do ano de 2010), Já se vieram, Memorial de Campo, e dos que estão em fase de lançamento: Cartas de Marear e Paisagem Interior.

Paulo Timm
Músico, compositor e produtor musical. Natural de Jaguarão. Faz parte do movimento musical do RS desde 1995 quando participou da 2ª Edição do CIRIO (Pelotas). Recebeu o prêmio máximo da 3ª edição do CIRIO com a composição “Chacarera Libertária” e o prêmio de melhor melodia na 4ª Edição do Minuano da Canção Nativa de Santa Maria com a composição “La lluvia no viene sola”. Com relação ao registro fonográfico de suas composições edita em 2004 o CD Caminhos de Si. Em 2005 lança Maria Conceição canta Martim César e Paulo Timm, trabalho que registra sua trajetória como compositor de música latino–americana. Em 2009 lança Da Mesma Raiz, recebendo indicação ao Prêmio Açorianos de Música. Seu mais recente trabalho: o CD ‘Singular’ em parceria com Maurício Raupp Martins e Gilberto Isquierdo.

Pedro Munhoz
Considera-se um caminhante em permanente missão musical. Nos anos 80 iniciou suas andanças. Nos últimos dez anos foram 15 países visitados. A militância política se confunde com a sua arte. Engajado, leva o seu canto aos estudantes, movimentos sociais, sindicatos e acampamentos Sem-Terra. No Uruguai, em 2012, foi agraciado com o titulo de Embaixador Cultural da cidade de La Paz. Tem 5 discos gravados e duas coletâneas. Em 2013, o reconhecimento se dá através do grupo Teatro Mágico que havia gravado uma de suas composições, Canção da Terra. A música está na trilha da novela Flor do Caribe, que vai ao ar diariamente às 18h. Munhoz assinou com a Globo o primeiro contrato de Mídia Livre. Isto significa que sua música pode ser baixado gratuitamente na Internet, o que antes era impossível.


Matéria escrita por  Alan Redu e Dionizio Gonçalves 

Fonte: http://www.ecult.com.br       
prosagalponeira.blogspot.com.br

Clandestino - Gilberto Isquierdo e Said Baja

  Assim como o Said, milhares de palestinos tiveram de deixar seu país buscando refúgio em outros lugares do mundo. Radicado nesta fronteir...