sábado, 5 de maio de 2012
A história do Clube 24 de Agosto
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Ato Solene de Entrega da Documentação para o Tombamento Estadual do Clube 24 de Agosto
| Diretor de proteção patrimonial do IPHAE recebe documentação do Presidente do 24 |
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Clube 24 de Agosto Entregará Documentação ao Presidente do IPHAE
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Conselho do IPHAN confirma Jaguarão como cidade histórica e a Ponte Mauá é o primeiro bem Binacional tombado
Ponte Mauá é o 1º bem binacional tombado
Via une Jaguarão a Rio Branco, no Uruguai
Em reunião realizada do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), em Brasília, a Ponte Internacional Mauá, em Jaguarão, no Sul do Estado, é o primeiro bem binacional tombado pelo órgão. Construída no início do século 20, a via une a cidade brasileira a Rio Branco, no Uruguai. Segundo comunicado de hoje do Iphan, os conselheiros aprovaram também o tombamento do conjunto histórico e paisagístico da cidade gaúcha de Jaguarão como patrimônio cultural do País, "uma área urbana que guarda um acervo considerável de bens culturais, com edificações coloniais, ecléticas, art déco e modernistas". Na mesma reunião foi decidido que o acervo do Museu do Trem, no Rio de Janeiro, uma das maiores referências da memória ferroviária brasileira, e dois bairros de Belém do Pará (Cidade Velha e Campina) são patrimônio cultural. Com mais de mil itens considerados de valor histórico, o acervo abrange equipamentos ferroviários, utensílios, mobiliário e até locomotivas como a Baroneza, construída na Inglaterra, movida a vapor e a primeira a trafegar na estrada de ferro de Petrópolis. Outros destaques do acervo são um vagão usado pelo ex-presidente Getúlio Vargas e outro em que viajou o Rei Alberto, da Bélgica, quando esteve no Brasil em visita oficial, em 1922. O bairros da capital paraense são "um dos maiores e mais íntegros conjuntos urbanos do País, dando à cidade de Belém configuração peculiar", segundo o Iphan. O conjunto arquitetônico, que compreende cerca de três mil edificações, mistura "traços básicos da arquitetura europeia com a cultura local, arquitetura neoclássica, exemplos arquitetônicos expressivos do período eclético, com grande concentração de exemplares de arquitetura azulejar, e arquitetura de ferro". Fonte: http://www.correiodopovo.com.br Lástima que esse tombamento não tenha vindo há quarenta anos. Teria evitado crimes como a retirada das antigas luminárias da Ponte e a construção dos mostrengos do Banco do Brasil, CEF e Banrisul no lugar onde havia prédios históricos admiráveis. |
domingo, 1 de maio de 2011
Conselho avalia proposta de tombamento de Jaguarão (RS) como patrimônio cultural do país
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| Jaguarão será patrimônio cultural do Brasil |
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Diário Popular - Jaguarão - A singularidade que levou ao tombamento
O que pesou à decisão
A singularidade que deu o tombamento a Jaguarão
Foto Carlos Queiroz
Por: Michele Ferreira michele@diariopopular.com.br
O número é alto. O inventário realizado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), para decidir pelo tombamento de Jaguarão, catalogou 800 imóveis. O mapeamento, minucioso, abrange aproximadamente 50% da zona urbana, seja como área tombada ou de entorno. Com o selo de qualidade, muitas regras precisarão ser respeitadas. A partir de agora, todas as obras que atinjam a arquitetura de prédios que integram o conjunto dependerão de aprovação do Iphan.
A possibilidade de o órgão instalar um escritório técnico em Jaguarão já é analisada, com o intuito de agilizar os procedimentos. Entusiasmo e receio ficam lado a lado, na comunidade. Para esvaziar as dúvidas, portanto, só há um caminho: debate aberto.
“A cidade não ficará congelada com o tombamento.” A declaração é do diretor de Patrimônio Histórico da prefeitura, Alan Dutra de Melo. “Entraremos, agora, no período de definição das diretrizes de cada setor em que a cidade foi dividida. Depois será feito um regramento.” Tudo em compatibilidade com o Plano Diretor, de 2007, também considerado pelo estudo do Iphan. E é esse detalhamento, a ser construído daqui para frente, que indicará a linha a ser adotada em cada situação, seja para o que já existe, seja para o que será erguido. Os prédios não serão vistos de forma isolada. O resguardo da paisagem, a face da quadra, a volumetria do entorno. Será preciso identificar as variáveis de cada caso, mas é o interesse público, coletivo, que deverá prevalecer. Não o privado ou de especulação imobiliária.
Confira todos os detalhes sobre o tombamento de Jaguarão na reportagem completa nas páginas 2 e 3 da edição impressa do Diário Popular. (edição do dia 23 e 24/01/2011)
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