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terça-feira, 31 de julho de 2012

Sarau BPP - Vitor Ramil- Notícias Biográficas



(Publicadas originalmente em Quatro por Quatro, Editora da UFPel, 2005 e atualizadas para o Sarau Poético da Biblioteca Pública Pelotense, em julho de 2012)

Por Gilnei Oleiro Corrêa
Professor de Literatura do IFSul - Pelotas

Em 07 de abril de 1962 nasceu em Pelotas, RS, o compositor, cantor e escritor Vitor Hugo Alves Ramil. Fez seus estudos iniciais no Instituto de Educação Assis Brasil. Em 1974 iniciou estudos de violão clássico e piano e compôs suas primeiras canções. No mesmo ano, venceu um concurso nacional de contos, promovido pela Nestlé com um texto intitulado “O Fantástico Mundo do Chocolate”. Com 14 anos, em 1976, criou o grupo “Canto, Contraponto e Fuga” e fez seus primeiros shows. No final da década de 70, ingressou na Universidade Católica de Pelotas, no Curso de Comunicação Social.

No começo dos anos 80, mudou-se para Porto Alegre para continuar estudos na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Em parceria com José Fogaça, compõe a milonga Semeadura. Em 1981, gravou seu primeiro disco estrela, estrela, pela gravadora Polygram, no Rio de Janeiro, com a participação de músicos, cantores e arranjadores de destaque no cenário nacional, como Egberto Gismonti. No ano seguinte, trocou o curso de Jornalismo pelo de Composição e Regência, na UFRGS, onde estudou piano e conheceu o professor e músico Armando Albuquerque.

1984 foi o ano de A paixão de V segundo ele próprio, disco experimental e polêmico que contou com a participação de destacados músicos brasileiros. Esse disco apresentou ao público a multiplicidade de caminhos que a inquietude de Ramil o levaria a percorrer. Vinte e duas canções com sonoridades diversas que transitam entre música medieval e carnaval de rua, de orquestras a brincadeiras com instrumentos infantis, de instrumentos eletrônicos ao bombo leguero. As letras misturavam poesia provençal, surrealismo, regionalismo e piadas. Faz parte desse disco a clássica mi longa Semeadura, que foi gravada pela grande intérprete argentina Mercedes Sosa.

Entre 1984 e 1985, compôs Loucos de Cara, em parceria com seu irmão Kleiton Ramil, e Ramilonga, canção que só viria a ser gravada doze anos depois e que foi definida pelo cantor como “a música que me faz chorar”.

Em 1986, mudou-se para o Rio de Janeiro e gravou o disco Tango, pela gravadora EMI, que teve seu lançamento oficial em 1987. Nesse disco, de repertório reduzido, a mão habilidosa do compositor/letrista se revelou em canções rigorosamente elaboradas e letras fortemente literárias, como a épica Joquim, recriação a partir deJoey, de Bob Dylan.

Na passagem dos anos 80 para os 90 Vitor afastou-se dos estúdios e começou a dividir seu tempo entre os palcos e a literatura. “Vitor Ramil e Nico Assunção”, “midnicht satolep” (com os amigos Paulo Seben, Ben Berardi, Joca D’Avila e Felipe Elizalde) e “Animais” (com Celso Loureiro Chaves) colocaram Vitor definitivamente na estrada e superlotaram teatros pelo Brasil. Começou a escrever a novela Pequod, seu primeiro livro.

Em 1991 voltou ao Rio Grande do Sul, primeiro Porto Alegre, depois Pelotas. De volta a antiga casa de sua infância, Vitor ocupou-se de música e literatura. Em 1992, publicou no livro Nós, os gaúchos, organizado pelos Professores Luis Augusto Fischer e Sérgius Gonzaga, o ensaio A Estética do Frio, reflexão sobre a formação de sua identidade sulista.Em 1995, lançou em tiragem especial, seu primeiro CD à Beça, com memoráveis canções como Grama Verde e Foi no mês que vem. No mesmo ano lançou, pela Editora Artes e Ofícios, a novela Pequod, que lhe rendeu em 1996 seu primeiro prêmio Açorianos de Literatura, na categoria Autor Revelação. A novela foi traduzida para o espanhol, pela Professora Izabela Mozzillo e para o francês, por Luciana Wrege Rassier.

Em 1997, gravou Ramilonga - A Estética do Frio. A poesia e a melodia de onze “ramilongas” percorre o imaginário regional gaúcho. A reflexão acerca da identidade de quem vive no extremo sul do Brasil começa pela recusa ao estereótipo do gauchismo. Rami longa é uma espécie de marco zero na carreira de Vitor Ramil.

O ano 2000 marca para Vitor a consolidação da parceria com músicos argentinos, especialmente com Pedro Aznar, que produziu Tambong, disco gravado em Buenos Aires com quatorze canções. O cantor Lenine registrou sua voz em parceria com Vitor na canção Só você manda em você.

No primeiro semestre de 2001, realizou temporadas de lançamento de Tambong em várias capitais, destacando Porto Alegre, São Paulo e Rio de Janeiro. No segundo semestre foi a vez de Buenos Aires receber, em duas temporadas, o comentadíssimo espetáculo.

No ano de 2002, acompanhado por uma banda composta por músicos brasileiros e argentinos, levou novamente Tambong em turnê pelas principais capitais do Brasil. Em 2003, Vitor apresentou show solo em Montevidéu, na Sala Zitarrosa, local onde tocara no final de 2002 com o músico uruguaio Jorge Drexler. Ainda em 2003, em turnê pela Europa, apresentou-se em Genebra e Zurique. Em Genebra proferiu conferência no Teatro St. Gervais, tendo por tema a Estética do Frio. Em Paris, participou do evento de lançamento, pela Editora L’Harmattan, da tradução da novela Pequod.

Outubro de 2004 é a data de lançamento de Longes, seu sexto disco, gravado em Buenos Aires e produzido por Pedro Aznar. Nesse trabalho Vitor aprofunda e aperfeiçoa a linguagem que começou a elaborar nos discos anteriores. Simultaneamente ao lançamento de Longes, lança, em edição bilíngue, pela Satolep Livros, A Estética do Frio, texto da conferência produzida em Genebra.

2007 é o ano em que a Estética do Frio estabelece diálogo com o samba. Marcos Suzano, percussionista carioca pertencente ao primeiro time da música brasileira é o seu interlocutor e parceiro em Satolep sambatown. Canções espetaculares comoQue horas não são? e Invento, recentemente gravada por Ney Matogrosso, destacam-se no disco. O Prêmio Açorianos de Música de 2007 consagra à Vitor Ramil e ao disco Satolep sambatown, os prêmios de disco do ano, espetáculo do ano, melhor compositor e melhor intérprete.

Em 2008, Vitor Ramil é o vencedor do Prêmio Tim de Música Brasileira, na categoria Melhor Cantor, por voto popular.

Em 2010 lança délibab, álbum composto de cd e DVD documental, gravado em Buenos Aires em junho de 2009, no estúdio Circo Beat, com 12 milongas compostas a partir de milongas-poemas de Jorge Luis Borges e dos versos de João da Cunha Vargas. O violão inspiradíssimo de Carlos Moscardini fraseou as milongas desse trabalho. Em Milonga de los morenos, Caetano Veloso tem participação especial gravando, pela primeira vez, junto com Vitor Ramil.

Em 2012, Vitor cumpre agenda de shows no Brasil, Uruguai, Argentina e Europa, dessa vez França e Portugal recebem a música de Ramil. Atualmente Vitor trabalha em seu novo projeto Foi no mês que vem, álbum duplo com 30 músicas de sua autoria e do songbook com 60 músicas. O projeto tem financiamento coletivo. Milton Nascimento, Ney Matogrosso e Carlos Moscardini já registraram suas participações em parceria com Vitor.

Além disso, a obra de Vitor Ramil já foi objeto de várias teses acadêmicas e vem sendo discutida em inúmeros eventos de literatura, como o Festival de Inverno de Paraty e a Jornada Literária de Passo Fundo. Esse ano Vitor é o homenageado especial do Primeiro Festival de Inverno de Pelotas (03 a 12 de agosto).



segunda-feira, 30 de julho de 2012

Xana Gallo no Sarau Poético-Musical BPP


A cantora pelotense Xana Gallo é a convidada especial para o espaço  de música ao vivo da XXIII edição do Sarau Poético-Musical BPP , na noite da próxima terça (31). Na sua segunda participação no projeto da Bibliotheca Pública Pelotense (BPP) , a intérprete leva ao público uma mostra do repertório que tem apresentado em seus últimos shows - centrado em temas assinados por nomes históricos da MPP , de Noel Rosa a Chico Buarque , de Cartola a Vinicius. Além da música de Xana Gallo , o Sarau BPP oferece, em blocos alternados , espaços de poesia recitada ( quatro autores locais) e , na abertura, uma fala sobre o autor em destaque na edição de julho, Vítor Ramil. Evento com entrada franca e inicio às 19:30 horas. No salão térreo da Bibliotheca.

 
CONFIRA PROGRAMAÇÃO E CONVIDADOS
 
O QUE - XXIII edição  do Projeto  Sarau Poético-Musical BPP.
QUANDO E ONDE: 31 de Julho  de 2012, no salão térreo da BPP. Entrada franca. Inicio às 19:30 horas.
 
AUTORES-POETAS CONVIDADOS
Adriana Palma Geisler
Angélica Freitas
Lucas Langie Pacheco
Vinicius Kusma
 
AUTOR EM DESTAQUE
Vítor Ramil
 
CONVERSA SOBRE O AUTOR DESTACADO
Gilnei Oleiro Correa
 
MÚSICA
Xana Gallo
 
 
Parceiros Institucionais
Confraria dos Poetas de Jaguarão
Curso de Relações Internacionais / UFPel
Faculdade de Educação / UFPel
Faculdade de Letras / UFPel
Instituto Estadual de Educação Assis Brasil
RádioCOM.104.5FM
 
Realização
Bibliotheca Pública Pelotense

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Vítor Ramil é o autor em destaque no XXIII Sarau BPP




Poeta-letrista com uma obra consolidada ao longo de uma carreira de mais de três décadas, Vítor Ramil é o autor em destaque da XXIII edição do Sarau Poético-Musical da Bibliotheca Pública Pelotense (BPP) , na próxima terça (31). Gilnei Oleiro Correa é o convidado para falar sobre a obra do cantor, compositor e escritor pelotense, que tem sua produção reunida em nove discos e três livros. Conforme modelo adotado desde a criação do projeto , em maio de 2010, o Sarau BPP contempla também blocos de música ao vivo e de poesia recitada de autores da cidade e região. Na edição de julho , a convidada para a parte musical é a intérprete pelotense Xana Gallo. Evento com entrada franca e início às 19:30 horas, no salão térreo da Bibliotheca. 


terça-feira, 15 de maio de 2012

Novo projeto de Vitor Ramil conta com participação do público


Foi no mês que vem será algo único na carreira de Vitor Ramil. Concebido para marcar o lançamento de um songbook com sessenta músicas do compositor, letrista e intérprete brasileiro, o projeto prevê a gravação e lançamento de um álbum duplo com trinta dessas sessenta canções e milongas, e ainda a documentação em vídeo de todas as sessões de estúdio para disponibilização na Internet.
Como o nome do álbum sugere, o repertório será escolhido a partir das composições que Vitor Ramil considera determinantes, em distintas fases de sua carreira, para a consolidação de sua linguagem artística, que é cada vez mais particular e está em intensa fase de desenvolvimento. Haverá canções bem conhecidas do público e outras nem tanto, todas escolhidas dentre aquelas que foram gravadas por Vitor em seus discos anteriores (à exceção das milongas que aparecem exclusivamente no disco délibáb, por se tratarem de gravações muito recentes).
A motivação de Vitor Ramil para gravar Foi no mês que vem está também em ter a oportunidade de registrar suas composições de uma forma muito próxima a de quando elas foram compostas ou de como o público se acostumou a escutá-las ao vivo. O violão e voz serão o centro dos arranjos. Mas apesar dos inúmeros momentos solos, haverá uma série de participações especiais, músicos e cantores que têm colaborado com Vitor ao longo dos anos ou com quem ele tem grande afinidade artística.
Para quem quer aprender a tocar as músicas de Vitor Ramil, o lançamento de Foi no mês que vem, alinhado ao do songbook, será a ferramenta certa. O livro revelará acordes, arpejos, afinações preparadas ou melodias, entre outras coisas, enquanto o disco servirá como referência. Para quem começa a descobrir agora o trabalho do artista, será a oportunidade de entrar em contato direto com o melhor de sua produção através de versões, em muitos aspectos, superiores às originais.
Foi no mês que vem será gravado em Buenos Aires, Rio de Janeiro e Porto Alegre, e tem lançamento previsto para o segundo semestre de 2012.
Como convida Vitor Ramil no vídeo desta campanha, seja mais que um consumidor desse trabalho, seja um agente dele. Vitor entende que, no crowdfunding, mais importante que o financiamento em si, é o espírito de união e autodeterminação que se estabelece em torno de uma ideia. Trata-se de uma oportunidade de reação, tanto por parte do artista como do público, às imposições da grande mídia, do mercado e de outros poderes, e também do fortalecimento da Internet como meio de comunicação direta, sem atravessadores, entre o artista e seu público. O Traga Seu Show se orgulha de fazer parte dessa mobilização que aponta para o futuro.
CLIQUE AQUI  e faça parte deste projeto.
Fonte: http://www.tragaseushow.com.br

terça-feira, 25 de outubro de 2011

O Rio de Janeiro continua lá


Vitor Ramil - Sapatos em Copacabana


Andei recentemente pelo Rio de Janeiro. Selecionaram um trabalho de minha pesquisa sobre o direito de propriedade e fui apresentá-lo em um congresso internacional de filosofia. Pousei no Astória, em Copacabana. No caminho entre o hotel e a estação do metrô - meu ponto de embarque para ir até o campus da Universidade Estadual do Rio de Janeiro -, eu caminhava duas ou três quadras por uma ruazinha muito simpática. A dita se chama Rua Tonelero; Isto! Aquela, do cabuloso atentado contra Carlos Lacerda, que precipitou a crise política e que culminou com o suicídio de Getúlio Vargas.

Lembrei Sapatos em Copacabana do Vitor Ramil: Sei que não tenho nome,/ só minha juventude. No meu caso nem isso, mas lembrei dos tempos idos; de minha juventude, meu grupo de amigos, visceralmente ligados ao horizonte cultural que o Rio de Janeiro representava. Semanalmente íamos à Tabacaria do Zé conferir se já tinha chegado o Pasquim. Já? Opá! Que regalo! Sentávamos ali mesmo – havia assentos no canteiro central da Vinte e Sete; nem dava para esperar chegar em casa. O Hélio era fã do Jaguar (cartunista genial, sem dúvidas), o Dídio lia o semanário de cabo a rabo e eu, bueno, eu me deliciava com as coisas que o Luiz Carlos Maciel (gaúcho) escrevia sobre teatro e sobre a contracultura. Obviamente éramos todos leitores aficionados do, igualmente gaúcho e genial, Tarso de Castro.

O Pasquim representava exatamente algo que era muito a nossa cara: a multiculturalidade - que é um traço inarredável de qualquer unificação política heterogênea, como é o caso do Brasil, e que precisa expressar afirmativamente as diferenças, sem que, no entanto, venha a perder a unidade. Esta unidade na diferença, que é o germe da grande política, também é uma marca muito própria da nossa gente de fronteira, que convive com o diferente sem abdicar daquilo que lhe é constituinte – do seu ser brasileiro, do seu ser uruguaio, do seu ser argentino, ou paraguaio, boliviano, venezuelano, chileno, etc.

Voltando ao Rio de Janeiro, sem medo de ser provinciano, o Rio de Janeiro continua lindo, a enseadita do tal bairro Botafogo é mesmo um cartão postal – um gole de água fresca pros olhos!

Sérgio Batista Christino

Texto publicado na coluna Gente Fronteiriça do Jornal Fronteira Meridional do dia 20/10/2011

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Vitor Ramil e Bebeto Alves - Chimarrão.wmv


Show de Bebeto Alves no Teatro Guarani- Pelotas em agosto de 2011. Participação especial de Vitor Ramil

Chimarrão - Vitor Ramil
Composição: Poema de João da Cunha Vargas

Velho porongo crioulo,
Te conheci no galpão,
Trazendo meu chimarrão
Com cheirinho de fumaça,
Bebida amarga da raça
Que adoça o meu coração.

Bomba de prata cravada,
Junto ao açude do pago,
Quanta china ou índio vago
Da água seu pensamento
De alegria, sofrimento,
De desengano ou afago.

Te vejo na lata de erva
Toda coberta de poeira,
Na mão da china faceira
Ou derredor do fogão,
Debruçado num tição
Ou recostado à chaleira.

Me acotovelo no joelho,
Me sento sobre o garrão
Ao pé do fogo de chão,
Vou repassando a memória
E não encontro na história
Quem te inventou, chimarrão.

Foi índio de pêlo duro,
Quando pisou neste pago,
Louco pra tomar um trago,
Trazia seca a garganta,
Provando a folha da planta,
Foi quem te fez mate-amargo.

Foste bebida selvagem
E hoje és tradição,
E só tu, meu chimarrão,
Que o gaúcho não despreza
Porque és o livro de reza
Que rezo junto ao fogão.

Embora frio ou lavado,
Ou que teu topete desande,
Minha alegria se espande
Ao ver-te assim meu troféu,
Quem te inventou foi pra o céu
E te deixou para o Rio Grande.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Pelotas: Show Bebeto Alves em 3D

Nesta quinta - feira 11/08,  apresenta-se em Pelotas o cantor e compositor Bebeto Alves.
 
Luis Alberto Nunes Alves, grande compositor e músico nascido em Uruguaiana, mas que transcende a província, fazendo Música Popular Brasileira,  vem a Pelotas para lançar o BOX Bebeto Alves em 3D e para isso vem acompanhado da Banda Os BlackBagual formada por Luke Faro (bateria) Marcelo Corsetti (guitarra) Rodrigo Heinheimer (baixo).

Vitor Ramil é o convidado especial do Bebeto para o show em Pelotas.
O show terá a abertura de SHIVA!!, formado por Edu Caboclo Damatta, Serginho D'avassoura, Alex Vaz (canastra suja), Marcela Mescalina, Davi Batuka e Badalinho.

SERVIÇO
LABORE APRESENTA
Show Bebeto Alves em 3D
Participação especial Vitor Ramil, abertura SHIVA!!
11/08 Quinta-feira
Theatro Guarany
21h
INGRESSOS ANTECIPADOS
Rass Escola de Música
Anchieta 3088
53 32721390

Posto Cidadão Capaz
Felix da Cunha 553 Centro
53 3028 5600

PATROCÍNIO LABORE

APOIO

HOTEL MANTA
RESTAURANTE TREM BÃO
PARRILLADA MERCADO DEL PUERTOC
SUBWAY
BAT CAT - ESTÚDIO DE TATUAGEM
JOÃO GILBERTO BAR E CHAMPANHARIA
RASS ESCOLA DE MÚSICA
RADIO COM 104,5

PRODUÇÃO:

LUA NOVA PRODUÇÃO CULTURAL
CAIO LOPES PRODUÇÕES CULTURAIS

domingo, 28 de novembro de 2010

Clandestino - Gilberto Isquierdo e Said Baja

  Assim como o Said, milhares de palestinos tiveram de deixar seu país buscando refúgio em outros lugares do mundo. Radicado nesta fronteir...