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quarta-feira, 16 de abril de 2014

A Linha Imaginária – Documentário da Moviola sobre a Fronteira será lançado na TVE RS


Lançamento do novo filme da Moviola – A Linha Imaginária – ocorrerá no dia 23 de abril, quarta-feira, às 20h, na TVE RS (canal 7 – TV aberta) para todo o Estado do Rio Grande do Sul. A Linha Imaginária, novo documentário da produtora Moviola sobre a fronteira Brasil-Uruguai. Gravado em 2013 nas cidades de Aceguá, Chuí, Santana do Livramento e Jaguarão e financiado pelo Procultura-RS o média-metragem de 26 minutos aborda o universo cultural do território fronteiriço. Em Pelotas, haverá simultaneamente uma sessão do filme no Grande Hotel, com entrada franca.  



Fonte: http://www.ecult.com.br

domingo, 26 de janeiro de 2014

Jards Macalé - Um morcego na porta principal


SÃO PAULO (Reuters) - Logo no início, o documentário "Jards Macalé - Um Morcego na Porta Principal" dá uma pista de que não vai ser uma homenagem convencional ao seu protagonista.
Um irritado Jards Macalé vocifera para o cineasta Marco Abujamra (um dos diretores): "Olha que eu posso processar vocês!" O motivo da bronca é que o cantor, músico e compositor carioca não tem certeza de que vai deixar-se retratar pelo filme. Quando o diretor pergunta qual é o seu medo, ele dispara: "O medo de que vocês desconstruam tudo o que construí - minha vida."
E é assim mesmo, bronqueado, irreverente e franco que Macalé vai sendo revelado no filme, um pequeno mapa da identidade deste músico que andou perto do Tropicalismo, mas não foi sócio do clube, esteve em todos os momentos e lugares onde isso era importante - como o show "Opinião", em 1964 - e resistiu à ditadura militar com sua arte. E também dono de uma obra como compositor que é, infelizmente, subavaliada.
Macalé não é um medalhão da música brasileira, assim como Chico Buarque de Holanda, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Maria Bethânia, Gal Costa - e essa é uma injustiça que o filme de Abujamra e João Pimentel, vencedor do Prêmio do Júri do Festival do Rio de 2008, procura reparar.
E assume esta causa sem esbarrar na condescendência que contamina tantos documentários, inclusive os que tem protagonistas dignos de tantos louvores, como é o caso deste.
Macalé aparece possuído de sua peculiar mistura de ira santa contra as mazelas do mundo, combinada a uma ironia peculiar.
Assim, o tijucano Macalé enumera a mistura de influências recebidas em casa, da mãe e da avó que cantavam Vicente Celestino, do pai que tocava acordeon e adorava ópera e também das batucadas de samba ouvidas ao pé dos morros do Rio.
Violonista, ele cruzou seu caminho nos bares da zona sul com Baden Powell. Brigou com Dori Caymmi, ficando sem falar com o cantor por três anos só porque mudou um acorde de sua composição, "Tarde Demais". Episódio que hoje os dois lembram rindo.
Não era essa a guerra de Macalé, nem de sua geração, que enfrentou a ditadura. Assim, Macalé junta-se a Bethânia no palco do histórico show "Opinião", ela substituindo Nara Leão, ele, Roberto Nascimento, no violão. Bethânia, aliás, morou alguns meses na casa de Macalé. Uma casa em ebulição onde, como ele lembra, Caetano, Torquato Neto, Capinam e Rogério Duprat discutiram a Tropicália.
Com alguns dos amigos partindo para o exílio, como Gil, Caetano e Chico, Macalé fica no enfrentamento com a censura e o sufocamento político. Nem sempre é compreendido. Em 1969, no Festival Internacional da Canção, é sonoramente vaiada sua composição "Gotham City", parceria com Capinam, cuja letra sobre a existência de "morcegos e abismos na porta principal", traça um evidente paralelo entre o clima dos anos de chumbo e a sombria cidade do heroi Batman.
Batalha maior foi vivida em 1973, quando foi chamado a participar, com outros artistas, da comemoração aos 25 anos da Declaração dos Direitos Humanos no Museu de Arte Moderna do Rio. Macalé comparece com seu show "Banquete dos Mendigos" - alusão ao álbum dos Rolling Stones, "Beggars' Banquet", de 1968. Lida em público a Declaração dos Direitos Humanos, que mencionava tortura e outros temas proibidos pela censura, o museu, cheio de artistas, foi cercado pela polícia.
Macalé ainda seria preso - por sete horas - depois de um show em Vitória (ES), do qual participou o veterano sambista Moreira da Silva. Uma prisão que teve momentos hilariantes, diante das tentativas de Moreira de livrar a cara do amigo, aproveitando o fato de que tinha fãs entre os policiais.
Se há uma coisa que enfurece Macalé ainda é o rótulo de "maldito", que uma parte da mídia costuma pregar-lhe há décadas. Ele odeia este selo, que costuma ser estendido também a artistas como Jorge Mautner, Luiz Melodia, Tom Zé. Para o músico, isto nada mais é do que uma maldição jogada por gravadoras, contra as quais ele se bateu a vida inteira.
O lado poético e anarquista de Macalé, entretanto, flui a todo momento. Como quando ele fala de seu sonho de ver a palavra "amor" inserida na bandeira brasileira, ao lado de "ordem e progresso". Macalé é assim, esta indissociável mistura entre fúria e paixão.
Fonte: http://cinema.uol.com.br/

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Cineclube Jaguarão exibe o Documentário Keralux


Dando prosseguimento ao Circuito Coletivo Pédequê, o Cineclube Jaguarão exibe nesta quinta-feira,  13 de setembro, 20h, no auditório do  Círculo Operário, o documentário Keralux.
          
O documentário "Keralux" (2011/Doc./aprox.40'/Cor) sobre o bairro da Zona Leste de São Paulo, Jardim Keralux, é um resultado do Projeto "Keralux, Câmera e Ação", desenvolvido por integrantes da Corja Filmes, em conjunto de integrantes do Cinema de Guerrilha e do Cinestésicos; Grupos de Cinema da cidade de São Paulo e do ABC Paulista.

O filme é registro da identidade da comunidade do Jardim Keralux realizado pelos Grupos de Cinema e por pessoas e moradores. Nele as histórias individuais da população que se misturam com a do Bairro, são também exemplos de grandes problemas sócio-ambientais em São Paulo. Há mais de uma década a comunidade vem lutando por regularização de suas casas, assim como pela solução de problemas ambientais ocasionados pela instalação irregular de indústrias às margens do rio Tietê. O espaço urbano como apontamento do descaso ante sua auto-degradação. 

Documentário Keralux
Quinta-feira, 13 de setembro, 20 horas, 
Local: auditório do Círculo Operário de Jaguarão 
Entrada gratuita

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Em Agosto, Cineclube Jaguarão celebra o cinema Brasileiro

Documentário de Vicente Ferraz é atração nesta quinta (02) 

Em agosto, a Tela do cineclube Jaguarão celebra o Cinema Brasileiro  com cinco títulos de alta qualidade.

A estréia será no dia 02 de agosto, com o documentário do diretor Vicente Ferraz, "Soy Cuba, O Mamute Siberiano". A exibição é na Casa de Cultura, as 20 horas.


Estudante de cinema em Cuba nos anos 1980, o carioca Vicente Ferraz teve ali seu primeiro contato com um filme famoso, mas pouco visto, Soy Cuba(1964), do russo Mikhail Kalatosov. Apaixonado pelo que viu, Ferraz decidiu resgatar a história do filme, que se tornou maldito nos dois países que o produziram, Cuba e a antiga União Soviética.

O resultado está no documentário Soy Cuba - O Mamute Siberiano, que marca a estréia de Ferraz e foi destaque no Festival de Sundance, além de ter sido premiado nos festivais de Chicago, Guadalajara e Gramado, em 2005.

Ciclo em celebração ao Cinema Brasileiro
02/08 - Soy Cuba - O Mamute Siberiano. Documentário; Direção: Vicente Ferraz.
09/08 - Os desafinados; Walter Lima Júnior.
16/08 - Romance; Direção de Guel Arraes.
23/08 - Estômago. Um filme de Marcos Jorge.
30/08 - Peões. Direção: Eduardo Coutinho.

Soy cuba, O Mamute Siberiano
Quinta-feira, 02 de agosto, 20 horas, na Casa de Cultura de Jaguarão
Entrada Gratuita

domingo, 1 de julho de 2012

Gaúchos Canarinhos. Aldyr Schlee e a Camiseta mítica



Sinopse

Um homem que criou um país. O documentário “Gaúchos Canarinhos” conta a história de um criador e de sua maior criação. Uma criação que deu identidade a uma nação. Estamos falando da camisa amarela da seleção brasileira de futebol criada pelo jaguarense  Aldyr Schlee. O mundo onde Schlee começou a gostar de futebol, a fronteira de Jaguarão -Rio Branco, “Uma terra só”, a entrevista com seu amigo, José Nunes Orcelli, sobre os primórdios do futebol em Jaguarão.

A camiseta criada por Schlee, foi uma peça que ganhou seu significado, bem como sua força mítica, com as conquistas do futebol brasileiro mundo afora, principalmente após a Copa do Mundo de 1970. E ao mesmo tempo nossos heróis, os jogadores que vestiram essa camisa, fala sobre a construção desse mito e o significado dela em suas vidas. Carlos Alberto Torres, Falcão, Tafarel e Larry Passos de Faria, entre outros, são nossos entrevistados em “Gaúchos Canarinhos”.

Ficha Técnica
Empresa Produtora: Estação Elétrica Produção de Cinema e Vídeo LTDA
Diretor: Rene Goya Filho
Produção: Paula Gastaud
Tipo do Filme: Colorido
Formato de Captação: HD



quarta-feira, 6 de junho de 2012

Cineclube Jaguarão dedica mês de junho à filmes do circuito alternativo

"Estrada Real da Cachaça" refaz caminho pelo interior do Brasil para 
contar a influência da cachaça na vida da população local  

Em parceria com a Distribuidora Fora do Eixo, Cineclube exibe o documentário Estrada Real da Cachaça


O mês de junho no Cineclube Jaguarão será em parceria com a Distribuidora Fora do Eixo (DF5),e será dedicado à filmes brasileiros do circuito alternativo. Nesta quinta-feira (07), na tela grande o documentário Estrada Real da Cachaça, do diretor Pedro Urano. A sessão tem início às 20h, na Casa de Cultura, com entrada gratuita.

Estrada Real da Cachaça é um caminho, uma viagem. Espécie de roadmovie espaço-temporal, o filme busca um reencontro com a realidade nacional através da mais brasileira das bebidas, a cachaça. Trata-se de uma investigação histórica, antropológica, sócio-econômica e poética que procura, ao longo da chamada Estrada Real, articular fragmentos significativos da trajetória da nação. Estrada Real da Cachaça propõe a reatualização de um percurso ancestral com o objetivo de mapear a presença da cachaça na cultura brasileira.


Fonte: http://secultjaguarao.blogspot.com.br 

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Hoje tem Cineclube. El Círculo encerra ciclo uruguaio.


Nesta quinta-feira (24) o Cineclube Jaguarão encerra o mês dedicado ao cinema uruguaio com o documentário "El Círculo: Las vidas de Henry Engler". Jaguarão terá a oportunidade de assistir um documentário que obteve diversos prêmios e que trata de um personagem único, muito além da figura política ou histórica que ele representa. A sessão acontece às 20h, na Casa de Cultura e tem entrada gratuita.


Uma coprodução do Uruguai,Argentina,Chile e Alemanhã, o filme trata da vida do militante tupamaro e médico Henry. O diretor José Pedro Charlo recorre lugares significativos da vida de Engler depois de 1973, em particular os quartéis onde este preso, o Centro Imanet de Uppsala e Bella Unión,onde o personagem tem encontro com militantes da esquerda uruguaia. Neste trajeto relembra diversos causos sobre as condições de cativeiro e a relação com seus carcereiros.


quarta-feira, 9 de novembro de 2011

A Magia da sétima arte retorna a Jaguarão. Nesta Quinta " O Liberdade" No Cine Regente



Está chegando o tão aguardado momento. Nesta quinta-feira, 10 de novembro, o Cine Regente reabrirá suas portas para receber o documentário "O Liberdade", realizado pela produtora Moviola Filmes. A sessão é as 21h, com entrada gratuita. A realização deste evento é da Prefeitura Municipal, através da Secretaria de Cultura, em parceria com a Moviola Filmes.

Sinopse:

O documentário retrata a alma de um dos mais tradicionais redutos do chorinho em Pelotas. É resultado do amadurecimento do trabalho iniciado em 2008, quando Cíntia Langie e Daniela Pinheiro decidiram documentar o bar, para deixar registrado em vídeo um pedaço da história da cidade.

Essa primeira tentativa de realizar o filme acabou virando pesquisa para um novo roteiro. Pensado inicialmente como curta-metragem, o filme tornou-se um longa de 71 minutos sobre a paixão pela música. Com direção de Cíntia Langie e Rafael Andreazza, direção de fotografia de Alberto Alda e direção de Arte de Bianca Dornelles, o projeto, aprovado no ProCultura, começou a ser executado em fevereiro de 2011.

O foco do roteiro é mostrar não somente o que ocorre no bar, mas levar os personagens a outras locações, retratando a cidade, seus recantos, suas paisagens. Além dos tradicionais nomes da casa, como Avendano Jr. e Milton da Costa Alves, o filme conta com a participação de Vitor Ramil, Yamandú Costa, Sonia Porto, entre outros.

sábado, 29 de outubro de 2011

O Liberdade. Trailer



Trailer do longa-metragem O Liberdade. 
Documentário de 71minutos realizado pela produtora Moviola Filmes com financiamento do ProCultura de Pelotas/RS.

O LIBERDADE será apresentado em Jaguarão no Cine Regente em 10 de novembro de 2011A sessão tem início às 21h e entrada gratuita. O momento contará com a presença dos diretores Cíntia Lange e Rafael Andreazza.


terça-feira, 18 de outubro de 2011

Sessão comentada de O Liberdade abre programação especial BPP 136 ANOS

CONVERSA SOBRE CINEMA



Cinema é o tema do evento que, nesta quarta ( 19), abre a programação que marca os 136 anos da Bibliotheca Pública Pelotense (BPP) - com atividades que se estendem até 14 de novembro, data da criação da instituição, em 1875. A previsão é de até dez eventos, reunidos sob o titulo geral deConversas sobre Livros, Cinema e Música , com a presença de autores, produtores e ativistas culturais em mesas-redondas com espaço para diálogo com o público. Com o título de Conversa sobre Cinema , a atividade da noite de quarta ( 19:30 horas) inicia com a exibição do primeiro longa-metragem da  produtora pelotense Moviola Filmes, o recém lançado O Liberdade. Na sequência, os realizadores conversam com o público sobre a produção centrada na história dos personagens que transformaram o bar que dá nome ao documentário de 71 minutos num reduto e templo do chorinho em Pelotas. Entrada franca - com retirada de senhas na BPP , no dia do evento.
CONFIRA / SERVIÇO
O QUE - Sessão comentada do filme O Liberdade , da Moviola Filmes. Abertura oficial da programação especial BPP 136 ANOS , da Bibliotheca Pública Pelotense.
QUANDO E ONDE - 19 de outubro , 19:30 horas , no salão nobre da BPP. Entrada franca, com retirada de senhas ( 200 lugares) no dia do evento, na Bibliotheca - Praça Cel Pedro Osório, 103
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Filme "O Liberdade", que lotou o Teatro  Guarani em seu lançamento em Pelotas, será exibido  em Jaguarão, provavelmente durante o mês de novembro. Grande expectativa para conferir mais este belo trabalho da Moviola Filmes.



sábado, 27 de agosto de 2011

Em setembro Ciclo alternativo no Cineclube Jaguarão



Após um ciclo dedicado aos clássicos do cinema, o Cineclube Jaguarão apresenta no mês de setembro filmes e mostras que estão rolando atualmente no circuito alternativo e por vezes comercial no Brasil.

Nesta quinta-feira (01/09), as 19:30, o filme exibido será o documentário "Acácio", da diretora Marilia Rocha.

ACÁCIO, segundo longa-metragem da diretora Marília Rocha, tem como protagonista o artista plástico português Acácio Videira, que entre 1918 e 2008 dividiu a vida em três continentes. Nascido em Portugal, Acácio e sua esposa, Maria da Conceição, abandonaram a terra natal para se casar secretamente em Angola. Trinta anos depois, migraram para o Brasil fugindo da Guerra de Independência. A partir da história do casal, o filme interliga os três países e reflete sobre as relações coloniais, a guerra e a memória.

Durante o tempo em que viveu em Angola, Acácio produziu filmes e fotografias sobre a vida de povos angolanos e colonos portugueses. A descoberta desse acervo inédito levou a equipe do filme a conhecer o casal e realizar um documentário com eles. Depois de filmar Acácio e Conceição por dois anos, foi realizado o trajeto inverso daquele feito por eles. Do Brasil a equipe partiu para Angola e Portugal, lançando um novo olhar sobre os lugares onde viveram e não conseguiram esquecer.

A realização do filme durou quatro anos. A pesquisa teve início em 2005, a partir de uma parceria de Marília Rocha com a pesquisadora e produtora Glaura Cardoso. A filmagem durou dois anos e a montagem um ano. A equipe principal o filme contou com a fotógrafa e montadora Clarissa Campolina, montagem e concepção sonora de O Grivo, captação de som de Pedro Aspahan e produção de Diana Gebrim, Helvécio Marins Jr e Luana Melgaço.

A produtora Teia realizou ACÁCIO com recursos da Lei Rouanet e Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais, foi patrocinada pela Vivo e Destilaria Jalles Machado e teve apoio Plena Transmissoras. A distribuição em salas de cinema conta com o incentivo da Lei do Audiovisual da Ancine e recursos do Filme em Minas – Programa de Estímulo ao Audiovisual da Secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais que é patrocinado pela Cemig (Companhia Energética de Minas Gerais). 

www.mariliarocha.com

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

"TERRA DEU TERRA COME" NO CINECLUBE JAGUARÃO


"Terra Deu, Terra Come é extraordinário"
Eduardo Coutinho
"Terra Deu, Terra Come é uma trapaça maravilhosa"
João Moreira Salles
"Terra Deu, Terra Come elabora linguagem sofisticada, estabelecendo um novo patamar para o cinema que procura desvendar os mistérios do mundo"
Eduardo Escorel

Terra Deu, Terra Come é um filme cheio de encantos e encantamentos. Pedro de Alexina, 81 anos, comanda como mestre de cerimonias o funeral de João Batista, morto aos 120 anos. Documentário, memória e ficção se misturam para tecer uma história fantástica que retrata um canto metafísico do sertão mineiro. É preciso ver para crer.

Direção e Produção: Rodrigo Siqueira



Estréia nos cineclubes e espaços alternativos simultânea com o circuito comercial graças à parceria entre Conselho Nacional de Cineclubes e Ministério da Cultura.
Em Jaguarão o filme será exibido nesta quinta feira, dia 14 de outubro às 19 horas no auditório da Casa de Cultura com entrada franca.

Veja mais sobre o filme: http://terradeuterracome.com.br/

Clandestino - Gilberto Isquierdo e Said Baja

  Assim como o Said, milhares de palestinos tiveram de deixar seu país buscando refúgio em outros lugares do mundo. Radicado nesta fronteir...