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sexta-feira, 20 de abril de 2012

El País Cultural: A saga de Vasco da Gama



El comienzo de un imperio

Jorge Gutiérrez


EN 1497 UNA MODESTA flota formada por cuatro barcos pequeños y alrededor de 150 hombres al mando de Vasco de Gama zarpó de Portugal en busca de una ruta marítima a la India circunnavegando África. La expedición llegó al puerto de Calicut, en la costa sudoccidental de la India, y volvió a Portugal dos años después de la partida con dos barcos y 30 hombres menos. Con el triunfal viaje de Gama, promovido por el rey Manuel I con el doble fin (que él creía predestinado por Dios) de ser "causa de destrucción de los moros" y tantear la posibilidad de monopolizar el comercio de productos del Oriente, comenzó una asombrosa historia de casi doscientos años de presencia portuguesa en tres océanos y tres continentes.
El viaje de Gama fue rápidamente seguido por nuevas expediciones, mucho más poderosas, y la creación del Estado Portugués de la India. Fue también el comienzo de la presencia occidental en el subcontinente: su éxito atrajo otras aves de rapiña y en la estela de las naves portuguesas llegaron, ocuparon territorios y prosperaron los holandeses, los ingleses y los franceses.
La expansión portuguesa había comenzado en 1416, cuando el infante Enrique creó un innovador centro de estudios de navegación y cartografía en la actual Sagres. Desde ese año, expediciones portuguesas habían bajado por el Atlántico (en los viajes más australes, para aprovechar los vientos, describían una curva que los acercaba más a la costa de Brasil que a la de África) hasta que en 1488 una de ellas, al mando de Bartolomeu Dias, dobló el cabo de Buena Esperanza y subió un corto trecho por la costa africana del Índico. Gama debía recorrer el aún desconocido tramo África-India y dejar establecida una ruta marítima directa para el comercio de productos del Oriente. Adicionalmente, debía establecer contacto con todos los cristianos que encontrara (en particular con los habitantes del legendario y fantasmal reino etíope del Preste Juan) y construir alianzas con ellos con el fin de hacerle la guerra a los musulmanes.

DERROTA DE VASCO DE GAMA. EL PRIMER VIAJE MARÍTIMO A LA INDIA, de Isabel Soler. Acantilado, 2011. Barcelona, 228 págs. Distribuye Gussi.


sábado, 27 de agosto de 2011

Em setembro Ciclo alternativo no Cineclube Jaguarão



Após um ciclo dedicado aos clássicos do cinema, o Cineclube Jaguarão apresenta no mês de setembro filmes e mostras que estão rolando atualmente no circuito alternativo e por vezes comercial no Brasil.

Nesta quinta-feira (01/09), as 19:30, o filme exibido será o documentário "Acácio", da diretora Marilia Rocha.

ACÁCIO, segundo longa-metragem da diretora Marília Rocha, tem como protagonista o artista plástico português Acácio Videira, que entre 1918 e 2008 dividiu a vida em três continentes. Nascido em Portugal, Acácio e sua esposa, Maria da Conceição, abandonaram a terra natal para se casar secretamente em Angola. Trinta anos depois, migraram para o Brasil fugindo da Guerra de Independência. A partir da história do casal, o filme interliga os três países e reflete sobre as relações coloniais, a guerra e a memória.

Durante o tempo em que viveu em Angola, Acácio produziu filmes e fotografias sobre a vida de povos angolanos e colonos portugueses. A descoberta desse acervo inédito levou a equipe do filme a conhecer o casal e realizar um documentário com eles. Depois de filmar Acácio e Conceição por dois anos, foi realizado o trajeto inverso daquele feito por eles. Do Brasil a equipe partiu para Angola e Portugal, lançando um novo olhar sobre os lugares onde viveram e não conseguiram esquecer.

A realização do filme durou quatro anos. A pesquisa teve início em 2005, a partir de uma parceria de Marília Rocha com a pesquisadora e produtora Glaura Cardoso. A filmagem durou dois anos e a montagem um ano. A equipe principal o filme contou com a fotógrafa e montadora Clarissa Campolina, montagem e concepção sonora de O Grivo, captação de som de Pedro Aspahan e produção de Diana Gebrim, Helvécio Marins Jr e Luana Melgaço.

A produtora Teia realizou ACÁCIO com recursos da Lei Rouanet e Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais, foi patrocinada pela Vivo e Destilaria Jalles Machado e teve apoio Plena Transmissoras. A distribuição em salas de cinema conta com o incentivo da Lei do Audiovisual da Ancine e recursos do Filme em Minas – Programa de Estímulo ao Audiovisual da Secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais que é patrocinado pela Cemig (Companhia Energética de Minas Gerais). 

www.mariliarocha.com

Clandestino - Gilberto Isquierdo e Said Baja

  Assim como o Said, milhares de palestinos tiveram de deixar seu país buscando refúgio em outros lugares do mundo. Radicado nesta fronteir...