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segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Leci Brandão em Jaguarão. Para relembrar sempre




No dia em que se celebra o inicio da III Semana da Consciência Negra, registro de um momento inesquecível do Show da Leci  em Jaguarão na noite de 19/12/2010 fazendo parte do Natal social Cultural, promoção da Prefeitura Municipal e Secult.

Olodum, Força Divina / Deus Do Fogo Da Justiça
Leci Brandão

Supremo maior
Da divindade da natureza
No compasso do tempo
Foi-se o bailar

Desenvolvendo o mistério de Assis
No firmamento das eras das luzes
Malgaxe culto soberano
Fertilizando o futuro de um sonho

Melanésia leste do timor
Florescente nascer do sol
Um arco-íris na pura essência
Tão cintilante supremo maior...

O que vai vai, O que vai vai Ahhh
O que vai vai, O que vai vai Ohhh
Diga lá, diga lá...
O que vai vai, O que vai vai Ahhh
O que vai vai, O que vai vai o Olodum
Deixa comigo...

Olodum força divina da fonte da vida
Que com seus mistérios trazem encantamento
Pro nosso cantar, Hanavalona rainha primeira
Derradama revolucionou e com seus gritos
Porém resumidos, o império ele comandou
Na história comenta-se fatos tão profundos quanto
O nosso ser, Olodum representa cultura,
Arco-íris, força e poder.

O que vai vai, O que vai vai Ahhh
O que vai vai, O que vai vai Ohhh
Quero ouvir, quero ouvir
O que vai vai, O que vai vai Ahhh
O que vai vai, O que vai vai o Olodum

Ketu, Ketu falará (5x)

Ô Ci, o nome desse orixá
Está gravado na história
Eu não posso mencionar
Gerado, foi criado
Está esculpido na mente
Muito além da minha consciência
Gerado, vou cantar no meu ifé
A palavra mais justa de um rei
No seu culto candomblé

Ô Ci, o nome desse orixá
Se você ainda não sabe
Agora vou te revelar
Ketu, falará, Ketu falará
Que arê, Rê Kaô
Que arê, Rê oh Deus
Do fogo da justiça
Kaô, me valha
Sou Ketu, a nação mais odara

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Leci Brandão! Presentaço de Natal para Jaguarão!




A noite de 19 de dezembro vai ficar marcada na história de Jaguarão. A mulher guerreira do samba carioca entusiasmou a massa que compareceu ao maior show que esta cidade já viu.

Cantando o povo, os negros, as mulheres, a juventude, o professor, o Zé do Caroço, Leci, abençoada pelo Padroeiro Divino Espírito Santo, fez do Largo das bandeiras a praça da apoteose com muito Axé e samba do bom!

A Confraria, conjuntamente com o Fernando da Rádio Cultura de Jaguarão (programa Ligação Direta) e a RBS Pelotas, esteve presente na coletiva que Leci concedeu à imprensa antes da apresentação. Estamos fazendo a edição do material e durante a semana estaremos publicando o vídeo da entrevista!

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

NATAL SOCIAL CULTURAL - Final de semana com muita música em Jaguarão

O final de semana será agitado em Jaguarão, diversos shows marcam as comemorações natalinas e de encerramento do ano.O agito inicia na sexta-feira (17) com as bandas Di Bobeira e Chega Mais, representando a prata da casa.
Já no sábado (18) os shows continuam com Gijo e banda (Jaguarão) e Tribo de Jah, banda de reggae do Maranhão. Encerrando o final de semana, domingo (19) lançamento do cd da banda Swing Classe A (Jaguarão) e Leci Brandão, acompanhada de sua banda, trazendo o melhor do samba carioca. Os shows acontecem a partir das 21h, no Largo das Bandeiras e são gratuitos.
A realização é da Prefeitura Municipal.
SAIBA MAIS:
Tribo de Jah
A história da banda Tribo de Jah inicio-se na Escola de Cegos do Maranhão onde se conheceram os quatro músicos cegos e um quinto músico com visão parcial (apenas em um olho), lugar em que viviam em regime de internato, começaram a desenvolver o gosto pela música improvisando instrumentos e descobrindo timbres e acordes. Posteriormente passaram a realizar shows nos bailes populares da capital (São Luiz) e outras cidades do interior do estado fazendo covers de seresta, reggae e lambada.Foi neste momento que surgiu o radialista Fauzi Beydoun, nascido em São Paulo, filho de italianos com libaneses, que já havia morado quatro anos na Costa do Marfim (África), grande aficionado pela cultura reggae a qual era efervescente em São Luis nos anos 80, e que se tornou um fenômeno quase inexplicável nas terras brasileiras do Maranhão, invadindo inicialmente os guetos para depois tomar toda cidade, o interior do estado e até os estados vizinhos.
LECI BRANDÃO
Nascida em Madureira, criada em Vila Izabel a primeira mulher a fazer parte da ala de compositores da Mangueira, Leci acima de tudo é uma batalhadora, lutou muito para conquistar seus espaços.
Filha de família humilde, e com a necessidade de ajudar no orçamento familiar, muito nova trabalhava de dia e estudava à noite. Apesar dos obstáculos persistiu conseguiu empregos na DATAMEC, TELERJ e por fim faculdade GAMA FILHO, chegando a cargo de chefia.
Em 1973 o crítico musical e jornalista SÉRGIO CABRAL, descobriu Leci e a convidou para gravar um disco. Naquela época ela cantava no Teatro Opinião, na noitada de samba sobre o comando de JORGE COUTINHO. No ano seguinte Sérgio levou Leci para a Discos Marcus Pereira, onde gravou seu primeiro compacto simples. Em 1975 ela gravaria o primeiro LP e recebeu inúmeros prêmios de crítica.
De lá até aqui foram 23 discos e várias compilações em vinte e nove anos de carreira. Durante cinco anos Leci ficou sem gravar por absoluta questão política. As gravadoras não aceitavam suas canções marcadas pelas letras sociais. Ela cantou a defesa das minorias (todas elas), era convocada para cantar em todos os eventos afinados com sindicalistas, estudantes, índios, prostitutas, gays, partidos de esquerda, movimentos de mulheres e principalmente o Movimento Negro.
Nos últimos quinze anos todos os discos de Leci contêm uma faixa falando do assunto de forma direta, transparente e apaixonada. É a cantora das comunidades e sente muito orgulho por isto.
Entre seus ídolos constam Martinho da Vila, Ruth de Souza e Benedita da Silva.

Fonte: http://secultjaguarao.blogspot.com/

Clandestino - Gilberto Isquierdo e Said Baja

  Assim como o Said, milhares de palestinos tiveram de deixar seu país buscando refúgio em outros lugares do mundo. Radicado nesta fronteir...