quinta-feira, 31 de maio de 2012

Governador abre a Semana da Cultura do RS no Uruguai

Poeta Jaguarense, Lau Siqueira, faz parte da Exposição "A Imagem da Palavra"


Na presença do governador Tarso Genro e outras autoridades, foi realizada, na noite de quarta-feira (30), a cerimônia oficial de abertura da Semana da Cultura do Rio Grande do Sul no Uruguai, no Palácio Santos de Montevidéu. Tarso, que retornava do encontro com o presidente José Mojica, destacou a importância desta integração. "É um orgulho muito grande para nós gaúchos e brasileiros estarmos aqui nessa comemoração, de integração democrática, política e cultural que marca um novo momento de intercâmbio nas relações dos países", afirmou.

O coordenador de Cultura do Ministério da Educação e Cultura do Uruguai, Hugo Achugar, lembrou que esta semana é o retorno da Semana da Cultura Uruguaia realizada em Porto Alegre, em 2011. "Os encontros que estamos realizando resultam em frutos para acordos econômicos, científicos e educativos. E também cultural, setor importante para os laços que nos unem e que avançam para novos intercâmbios”, disse Achugar.

Após a cerimônia, o secretário da Cultura, Assis Brasil, acompanhou o governador até o Espaço de Exposiciones Subte, onde está aberta a mostra "A Imagem da Palavra". Com curadoria de Vera Pellin (artistas visuais) e Laís Chaffe (poetas), 15 artistas visuais contemporâneos criaram obras de arte a partir de textos de 15 poetas gaúchos.

Programação
Nessa quinta, às 19h, será realizado o lançamento do catálogo da exposição com a presença dos artistas participantes. A programação da semana inclui também a exibição da Mostra da Produção Cinematográfica Gaúcha Contemporânea com a exibição de quatro longas e quatro curtas, estes vencedores do prêmio Iecine, com uma mesa de debates que ocorre nesta quinta às 18h, na sala Pocitos.

Além disso, haverá a apresentação do espetáculo teatral Tangos e Tragédias na sala Nelly Goitiño (sábado, 2, às 21h); o teatro de dança Terpsi será apresentado na Estación Góes (sábado, 2, às 12h); e o Teatro UTA no Parque Rodó (domingo, 3, às 12h).

Governador destacou importância do evento - Foto Caco Argemi - DP 

"DO OUTRO LADO" de Fatih Akin no Cineclube Jaguarão



Parábola sensível sobre a solidão, a morte e os encontros solidários

As histórias e situações deste premiado filme (melhor roteiro, Cannes 2007) são em sua grande maioria de difícil digestão. Desencontros com consequências desastrosas, acidentes fatais que não fazem nenhum sentido na vida dos personagens (embora possam ser explicados na trama que se constitui), dores e abandonos intensos como quinhão que cada um carrega de forma mais ou menos resignada. Além disso, há uma atmosfera carregada de angústia, pelas separações inesperadas, mágoas não suportáveis, ódios sangrentos, perdas irreparáveis. Contudo, não se pode dizer que seja um filme depressivo e/ou pessimista. Por que?

A melhor tirada desse encantador trabalho é ser capaz de transitar com a mesma precisão para caracterizar os afetos destrutivos e os construtivos, entrelaçando-os muitas vezes, ou então estabelecendo uma sequência na qual eles se seguem e se substituem, compondo um cenário de grande riqueza. Trata-se de mostrar as passagens entre Alemanha e Turquia, vividas no cruzamento de histórias que se remetem umas às outras, falando de pessoas se encontram e se desencontram nas idas e vindas entre esses dois países e culturas. Ocorre que as diferenças são destacadas como fator positivo e os acasos mais trágicos servem para o engrandecimento humano, em vez de suscitarem rancores e violência. Claro, eles existem, e não são periféricos! No entanto, a aposta de Akin é na possibilidade do perdão, na transformação das vidas pela ousadia do reconhecimento do desejo do outro, nas ações cotidianas que desbancam as incitações à intolerância. A onipresença da morte (real e simbólica) institui a vida como um bem maior, mesmo que nem sempre ela se faça generosa e pródiga.

Nesta linha, as cenas – quase sempre muito fortes – destacam as paixões, sendo elas que na verdade conduzem as escolhas e destinos dos personagens, delimitando para eles horizontes e caminhos possíveis. Assim, vemos o filho turco que após distanciar-se do pai, se reencontra com ele quando, mesmo na ausência, se dá conta da fundamental presença do pai em sua vida, a mãe alemã que depois de perder sua única filha, empreende uma revisão de sua caminhada, através de uma mudança radical do cenário cotidiano e da proximidade/ajuda da mulher por quem a filha havia se apaixonado e abandonado o conforto da casa materna. Esta última, guerrilheira dura e solitária, demonstra uma extraordinária coragem e riqueza afetiva, inclusive para buscar informações sobre sua mãe, sem saber do destino desta. Essas três histórias e as outras que se fazem no decorrer destes (des)encontros são pontuadas com muita sensibilidade, seja pelo genial roteiro, seja pela interpretação despojada de todo o elenco, ou ainda pelas tomadas de cena (algumas de uma beleza estonteante, apesar de carregadas de muita angústia, como a que encerra o filme) sempre intensas, cores expressivas e ambientes com uma tonalidade que descreve bem a trajetória tortuosa dos personagens.

Quando os personagens da grande diva Hanna Schygulla (ótima, claro) e Baki Davrak (sincero e intenso na medida certa) brindam à morte, nos damos conta de que além dos fatos que são aludidos existe o reconhecimento de que vida e morte não possuem uma relação de exclusão ou mesmo exterioridade. Ao contrário, tem-se mesmo a impressão de que este ato de brindar se dirige à própria vida, renovada a cada momento em que suportamos as perdas e fazemos do inevitável luto que se segue não um motivo de ressentimento, mas uma afirmação de amor à própria vida e ao destino, também na medida em que é possível nele intervir.

Por tudo isso, “Do Outro lado” é um filme belíssimo, capaz de fazer pensar e viver afetos positivos e intensos. Sem amarguras, mas sem os otimismos maníacos que nos assolam nesta pós-modernidade insossa.

Luiz Felipe Nogueira de Faria

Local e Data: Auditório da Casa de Cultura
Data e Horário: 31/05/2012 as 20 horas
Entrada franca
                                                                

terça-feira, 29 de maio de 2012

De Fronte à Juventude

      
A Fonte da Juventude - Cranach, O Velho
Meus quarenta anos se aproximavam com a velocidade de um supersônico, mas o som, ao contrário, vinha à frente, anunciando a chegada da crise; a crise dentro da crise. O chumbo emprestava sua cor ao céu e seu peso a mim naquela tarde. Iludido, imaginando algum poder de influência sobre meu eu em declínio, fiz um poema (1)  que sobreviveu apenas quinze minutos; o malogro em cinzas negras.

No bairro em que eu morava as ruas homenageavam todos os conquistadores da América espanhola; “La Conquista” era o seu nome. A deferência estampada na placa de minha rua nada me dizia de especial, em que pese o nome também remeter-nos ao mundo animal, minha paixão indisfarçada. Dobrando a esquina, ora cabisbaixo, ora levantando a cabeça para respirar fundo, achei curioso que o nome da minha rua estivesse afixado na parede de uma casa em azulejos portugueses. “Ponce de Leon”. “Quem foi Ponce de Leon”?

Livros de história e literatura deram-me a resposta: eu era Ponce de Leon. Academias de ginástica, namoradinhas com metade de minha idade, afrodisíacos, vitaminas; soldados de um exército pretensamente imbatível; guerreiros hunos, mongóis, falange macedônica, mercenários. Tribo cooptada ao sabor do desespero.

Ponce de León, num quadro anónimo do ano 1513.
Após três meses, um a um, na ordem inversa em que contratados, foram dispensados de minhas fileiras. As jovens mulheres, meu primeiro recurso, as deixei por último; o general fora vencido, vitimado pelo fogo amigo. Novamente deprimido, agora sob o peso de um poderoso fracasso, revisitei os livros de história e literatura, com seriedade e sem pudor. Somente algo mágico haveria de me salvar. Em alguma floresta América adentro estava o que eu procurava. Reuni tudo o que eu precisava e parti para uma aventura que duraria dois meses.


Fiquei eufórico quando descobri o grande engano de Ponce de Leon. O segredo o acompanhou por todo o tempo sem que ele percebesse. Às vezes a proximidade do objeto nos embaça a visão e enfraquece o discernimento. Mas eu percebi; sim, eu ouvi quem tinha que ser ouvido; não os matei, não os aniquilei. Valorizei-os, respeitei-os e obtive o que procurava. Os índios da floresta me mostraram a verdadeira fonte da juventude: as ervas da mata.

Não ousei fazer o experimento longe de casa. Em vinte e quatro horas estava recuperado da longa viagem. Outras vinte e quatro horas e o coquetel estava pronto. O único “porém” era o último pio da coruja, momento em que deveria acrescentar o penúltimo ingrediente. Embora vivesse na cidade, havia corujas à noite, mas silenciosas que era o diabo. Quando resolveram se manifestar, o fizeram duas quase ao mesmo tempo. Era uma bobagem pensar nisso. Daria certo. Tinha certeza.

Conforme o ensinado pelos índios, bebi o preparado de um só gole (ao contrário de outras mal-sucedidas receitas que prescreviam provar por três vezes) e fui dormir. Às cinco horas da manhã levantei e senti um mal-estar; diferente do que sentia desde o início da crise, mas familiar. O mal-estar evoluiu para o pânico, suor frio, tremor nas mãos. Ainda assim, familiar. As férias e a licença-prêmio acabaram; o trabalho me esperava após sessenta dias.

Na repartição, meus colegas desejaram-me boas-vindas e quiseram saber das novidades. Como um náufrago que se agarra a um objeto qualquer que flutue e o sustente, preservei minhas energias e pouco falei. Olhava pela janela com insistência, como que estudando um roteiro para fuga.

O primeiro dia de trabalho coincidiu com a reunião mensal, realizada dia cinco de cada mês. Quando todos se dirigiram à sala, peguei minha pasta, desviei o caminho e corri para o elevador.

À noite, em casa, convidei uma ex-namorada para jartarmos e passar a noite juntos. Era uma amiga especial, que às vezes também me procurava. Mas, ao contrário do que supunha, sua presença deixou-me ainda mais inseguro, situação agravada por ser a fuga impossível. Convidei-a para entrar, embaraçado, sem conseguir sustentar o olhar. O calor subia-me ao rosto; faltava-me entre as pernas. Disfarçava o mal-estar mexendo-me muito e levantando-me a toda hora para mostrar-lhe algo.

Decidi apressar nossa ida para o quarto. Lá haveria pouca luz; seria menos observado. Porém, vi-me insensível às carícias e julguei não poder chegar à ereção. Não querendo que ela percebesse minha dificuldade, fui ao banheiro e, sentindo-me menos pressionado, consegui equipar-me.

De volta ao quarto, achei melhor não prolongar as preliminares e fomos direto ao ato em si. Após vários orgasmos dela, eu, banhado de suor, insistia com o corpo, mas vagava em pensamentos, convencido de que o gozo (que não veio) não viria. “Quase matou-me”, diria-me mais tarde. Pedi que parasse de me chamar de “meu garanhão” e ela foi embora feliz, sem se importar com a forma indelicada, seca, com que a ela me dirigi.

O dia seguinte era um sábado. Fui à casa de meu pai, a casa onde passei toda a minha infância, para ajudá-lo a limpar e pôr em ordem o velho porão. Durante o caminho, logo após passado o efeito que o frescor da manhã causa às pessoas, minhas mãos começaram a ficar suadas e a garganta levemente ressecada. No portão, senti-me pequenininho, como que encolhido, com medo de ser visto pelos vizinhos, os mesmos de tantos anos atrás; não sabia se entrava, se me anunciava, se recuava. Meu pai apareceu à janela e mandou-me entrar.

Apertei sua mão sem olhar em seus olhos e fui direto ao porão. Dispensei sua ajuda, mas ele insistiu em supervisionar os trabalhos. Desde criança, quando me dizia “vamos fazer isso, vamos fazer aquilo”, eu já sabia que sua participação se limitaria a dar ordens e fiscalizar. Durante três horas permaneci calado, acuado, temeroso de não estar fazendo o trabalho ao gosto de meu pai. Terminada a tarefa, despedi-me, recusando o convite para jantar. Em casa, exausto, derrotado, amargurado, abri uma garrafa de uísque doze anos, com o que compreendi o que havia acontecido. Definitivamente era preciso procurar ajuda. Liguei para quem achei que nunca mais veria, após aquele último encontro, cinco anos antes: minha ex-terapeuta. No dia e hora marcados, cumprimentei-a e fui logo deitando no divã.

- Sente-se, por favor; não estamos em tratamento. – disse ela com delicadeza.
- Oh, desculpe, a força do hábito. Além disso, receio não poder falar assim, de frente.
- E por quê?
- Bem, – comecei, respirando fundo - vou direto ao assunto. Nossos doze anos de trabalho se perderam, doutora. Voltei a ser o que era antes da terapia. Voltei a ser o jovem que fui.

Edson Júlio Martins

(1) O poema ainda existe na memória de um amigo, para quem recitei por telefone antes de destruí-lo. As fortes emoções por que passei (o leitor poderá atestá-lo) fizeram com que o esquecesse.   

Consulado do Uruguay promove Reunião para criação do Comitê de Saúde Binacional




Recebemos Convite dirigido à imprensa, do Consul do Uruguay em Jaguarão, Sr. Daniel Botta,   para Reunião preparatória visando à criação do Comitê Binacional de Saúde Jaguarão - Rio Branco e prioridades em matéria sanitária para acesso a créditos de infraestrutura hospitalar do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) para cidades gêmeas de fronteira.

A reunião terá lugar na Sede do Consulado uruguaio em Jaguarão, Av. 27 de Janeiro, 701,  no dia 31 de maio de 2012 as 11:00 horas. 

El Cónsul de la República Oriental del Uruguay en Yaguarón, tiene el honor de invitar a Usted a una reunión preparatoria para la creación del Comité Binacional de Salud Yaguarón-Río Branco y prioridades en materia sanitaria para acceder a créditos de infraestructura hospitalaria del BID para ciudades gemelas, el día 31 de mayo de 2012 a las 11:00hs.




segunda-feira, 28 de maio de 2012

Correio do Povo: Jaguarão ganha Centro Público de Economia Solidária

Espaço, localizado no bairro Pindorama, sedia agora cursos
e palestras- Crédito Fernanda Barbier - divulgação - cp

Centro abre chances de inclusão

Comunidades do bairro Pindorama e arredores, em Jaguarão, contam agora com um espaço que oferece alternativas de trabalho às famílias do município. Trata-se do Centro Público de Economia Solidária, situado na esquina das ruas Coronel de Deus Dias e Aurélio Bittencourt. A inauguração ocorreu neste mês.


No local, funcionava o antigo Centro Social do bairro, prédio que ficou abandonado desde o fechamento da entidade e era alvo de constantes depredações, destaca o secretário de Cidadania e Direitos Humanos, Luciano Barreto Terra. Segundo ele, em 2009, a prefeitura lacrou o prédio e apresentou projeto ao Ministério do Trabalho e Emprego para restauração, adequação e recuperação do imóvel. O investimento total na adaptação foi de R$ 217 mil, oriundos do órgão e de contrapartida do município.

O secretário informa que, além da comunidade do Pindorama, são beneficiados moradores de outros 11 bairros próximos. De acordo com ele, o objetivo é capacitar principalmente pessoas que exerçam alguma atividade solidária, como a produção e a venda de pastéis, salgadinhos e rapadas para que possam incrementar sua renda. Entre os cursos estão os de panificação e doceria. Haverá também aulas de corte e costura, trabalhos em lã crua e informática básica. O local tem ainda salas para o programa Brasil Alfabetizado e outras atividades. O Centro funciona diariamente, das 8h às 17h.

Correio do Povo - Cidades - Edição do dia 28/05/2012

domingo, 27 de maio de 2012

Jaguarão na edição especial do Sarau BPP

Hélio Ramirez na Bibliotheca Pública Pelotense

Nesta terça ( 29) , edição especial de aniversário ( dois anos) do Sarau Poético Musical BPP  da Bibliotheca Pública Pelotense. Na programação, a partir das 19:30 horas, poesia recitada , música ao vivo e fala/exposição sobre autores-poetas. A música vem de Jaguarão, na voz de Hélio Ramirez, em parceria de palco com Alencar Feijó e Régis Bardini. Também de Jaguarão vem o convidado - Carlos Rizzon , professor de literatura espanhola da UNIPAMPA -  que abre o evento com uma conversa sobre os cinco poetas destacados nesta edição especial. A leitura de poemas dos autores em destaque fica por conta de um grupo de alunos do Curso de Relações Internacionais da UFPel - Universidade Federal de Pelotas. Criado em maio de 2010, o projeto da BPP tem, desde a primeira edição, a Confraria dos Poetas de Jaguarão como um dos parceiros institucionais.

Confira  programação e convidados.

O QUE - XXI edição  do Projeto  Sarau Poético-Musical BPP.
QUANDO E ONDE: 29 de maio  de 2012, no salão térreo da BPP. Entrada franca. Inicio às 19:30 horas.

Música*
Hélio Ramirez ,Régis Bardini e Alencar Feijó

*APRESENTAÇÃO DO TRABALHO "FORTINS DE JAGUARÃO"
  
Poetas em destaque

Oswald de Andrade ( 1890 - 1954)
Jorge Luis Borges (1899 - 1986)
Juana de Ibarbourou (1892 - 1979)
Gabriela Mistral (1889 -1957)
Augusto Roa Bastos (1917 - 2005)

Conversa sobre os autores destacados
Carlos Rizzon  /  Professor de Literatura / Unipampa

Leitura de poemas
Stéfano Nascimento Fonseca
Cássia Camila Cavalheiro Fernandes
Romero Cavalcanti Castro
Mario Sampaio
Roberta Viel

Parceiros Institucionais
Confraria dos Poetas de Jaguarão
Curso de Relações Internacionais / UFPel
Faculdade de Educação / UFPel
Faculdade de Letras / UFPel
Instituto Estadual de Educação Assis Brasil
RádioCOM.104.5FM

Realização / Organização
Bibliotheca Pública Pelotense e Grupo de Pesquisas Cultura, Cidades , Políticas e Fronteiras  do Curso de Relações Internacionais da Universidade Federal de Pelotas

João Alberto D. Santos
Dir. de Patrimônio e Comunicação

Canto a um Campeiro do Asfalto - Marco Aurélio Vasconcellos no Sr BRASIL...


Apresentação de Marco Aurélio Vasconcellos no programa Sr BRASIL do Rolando Boldrin na TV Cultura, 10 de maio de 2012. Música do CD Já se vieram, Canto a um campeiro do asfalto, de Martim César e Marco A. Vasconcellos.
Músicos acompanhantes, Marcelo Caminha e Marcos Azevedo.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

2º Seminário Itinerante Redes-PIBID: O PIBID e a Pesquisa em Educação - Jaguarão, 25 e 26 de maio de 2012



 Bolsistas, supervisores e coordenadora trabalhando na organização do evento

Nos dias 25 e 26 de maio, o PIBID de Educação Ambiental e o de Educação Patrimonial receberão o Intrapibid, evento anual que está na sua segunda edição, e que este ano será sediado em Jaguarão no campus da Universidade Federal do Pampa. 

O evento tem por objetivo discutir, expor e integrar as ações realizadas nos diferentes PIBIDS da universidade. Bolsistas, supervisores e coordenadores de área têm nesse evento anual a oportunidade de conhecer os diferentes projetos e trocar experiências.

PROGRAMAÇÃO

25/05/2012 – Sexta-feira

Manhã: Chegada a Jaguarão dos grupos PIBID de Bagé, Caçapava do Sul e Uruguaiana.
12h às 14h30: Almoço e hospedagem (check in no hotel).
14h30 às 16h: Recepção dos participantes com dinâmica de reconhecimento/apresentação e preparação da exposição de pôsteres sobre atividades de cada subprojeto.

Título da exposição: O que fazemos no PIBID

Dinâmica (bolsistas ID): Descobertas de um encontro 

Supervisores e Coordenadores de área: Formarão grupo a parte para se conhecer e apresentar.

16h30 às 17h Intervalo com lanche
17h às 19h Reflexões em Grupos de Trabalho (GTs) formados pelos grupos durante a dinâmica de apresentação. Tem-se: GT 01 a GT 08 =Bolsistas ID; GT 09 = Supervisores de todos os subprojetos; GT 10 = Coordenadores de Área.

Local para os GTs: salas de aula do campus.
19h às 20h –  Apresentação cultural - Auditório do Círculo Operário
20h às 21h Descanso no hotel
21h – Jantar

26/05/2012 – Sábado

8h30 às 9h30: Mesa dos coordenadores com tema: O PIBID e os desafios da pesquisa em educação. 

9h30 às 10h30 – Programação simultânea:
  1. Roda de conversa entre coordenadores de área e supervisores.
  2. GTs de bolsistas: preparação para apresentação na plenária das reflexões nos grupos.
10h30 às 11h – Intervalo
11h às 12h Apresentação dos resultados de três GTs.
12h às 13h30 – Almoço.
13h30 às 15h30 - Apresentação dos demais cinco GTs.
15h30 - Encerramento com dinâmica.


A apresentação cultural da sexta-feira contará com a participação de Jorge Passos, representando a Confraria dos Poetas de Jaguarão.


Nesta sexta-feira, Clube 24 de Agosto inicia projeto Cinema na Roda



Sentar em roda, estarmos frente à frente, contar experiências de vida e sensações. Essa é uma forma ancestral do povo afrodescendente de se comunicar e se (re)conhecer. E esta é a proposta do projeto Cinema na Roda, desenvolvido pelo Clube 24 de Agosto,  que visa discutir a partir da sétima arte, temas que abordam a cultura negra no Brasil e em outras partes do mundo.

A primeira sessão acontece nesta sexta-feira (25) com a exibição do filme Memórias do Cativeiro, às 19h, na sede do Clube. A mediação será do professor Caiuá Cardoso Al-Alam, que irá propor a discussão sobre o dia 13 de maio- dia que foi promulgada a Lei Àurea- sua significação e ressignificação ao longo do tempo. A entrada é gratuita.

Memórias do Cativeiro - Filme desenvolvido a partir dos depoimentos de descendentes de escravos; realizado pelo Laboratório de História Oral e Imagem da Universidade Federal Fluminense com roteiro baseado no Livro Memórias do Cativeiro: família, trabalho e cidadania no pós-abolição de Ana Lugão Rio e Hebe Mattos. 



E aí Professor!

Cleber Antonio Teixeira Domingues
06/08/1954 - 24/05/2012

Nossa sincera homenagem à família do Cleber Domingues, parceiro da Equipe de xadrez da ACJ, colaborador do filme Ode a Confraria em que fez uma participação brilhante e está lá, imortalizado, o seu sorriso. "Me chama para o próximo , professor ", disse-me ele. Perde-se um grande ator e amigo.  


quinta-feira, 24 de maio de 2012

Preparação para a Semana do Audiovisual leva cineclube até a Cooadesps (Cooperativa Aliança de Economia Solidária Prestadora de Serviços )


Marcovaldo, da Moviola Filmes, um curta multipremiado
Marcovaldo foi o filme escolhido para iniciar atividade com os cooperados

Descentralizar a arte cinematográfica e o acesso ao audiovisual tanto no fazer quanto na fruição. Este é um dos objetivos da SEDA (Semana do Audiovisual) que será realizada de 12 à 17 de junho em Jaguarão\Rio Branco em parceria com as cidades de Pelotas e Montevidéu.

Alguns grupos organizados como os skatistas, Cooadesps, APAE, CAPS Sitio Renascer e escolas irão participar na ação e construção destas atividades. Com a Cooperativa Aliança de Economia Solidária Prestadora de Serviços (Cooadesps), que trabalha com os catadores de material reciclável, os encontros já iniciaram. Em visita à cooperativa na semana passada, os alunos da UNIPAMPA Alexandre Ferreira e Luma Reis, a coordenadora do cineclube Jaguarão e Secretária Adjunta de Cultura e Turismo, Maria Fernanda Passos e a Diretora de Patrimônio, Andrea Lima, conversaram com o presidente André Mattos e encaminharam atividades preparatórias para a SEDA.

A primeira ação será uma sessão de cineclube com o curta-metragem Marcovaldo, da Moviola Filmes, nesta quinta-feira (24). A sessão tem início às 16h30, na sede da Cooadesps. Marcovaldo é um curta-metragem de ficção que narra em 15 minutos às 24 horas da vida de um brasileiro comum. Em tom documental, o filme busca promover a reflexão ao exibir na tela uma realidade que, apesar de cotidiana, nem todos percebem.


fonte: http://secultjaguarao.blogspot.com.br/



Assembleia Municipal do COMUDE será realizada nesta quinta-feira


A Prefeitura Municipal de Jaguarão convida a comunidade jaguarense para participar da Assembleia Municipal do Conselho Municipal de Desenvolvimento (COMUDE), a realizar-se às 18 horas desta quinta-feira, 24 de maio de 2012, no Círculo Operário.

A atividade, que faz parte do Processo de Participação Popular e Cidadã 2012/2013,  tem como pauta a discussão e aprovação de prioridades, demandas  e projetos de desenvolvimento municipal que serão incluídas no Processo de Construção do Orçamento do Rio Grande do Sul.

Sua participação é importante! Compareça no Círculo Operário e vote!   

Reunião no Consulado do Uruguay em Jaguarão sobre Saúde nas cidades gêmeas de fronteira

Reunião no Consulado Uruguaio discute ações  integradas para a saúde na fronteira 


Ante ofrecimiento del BID de créditos para implementar proyectos de infraestructura en ciudades gemelas, se llevo a cabo una reunión en el Consulado del Uruguay en Yaguarón con el fin de dictaminar cuales son las áreas prioritarias para implementar la inversión en infraestructura de la salud. Participaron de la reunión la Secretaria de Salud de la Prefeitura de Jaguarao Sra. Elaine Nunes, el Director de la Santa Casa de Caridad Dr. Marcelo Steimbruch, la Directora del Hospital de Río Branco Obstetra Yamila Bondad, y el Sub Director del Hospital de Río Branco Dr. Ernesto Vanegas y el Cónsul de Uruguay Daniel Botta.

De la reunión surgieron áreas prioritarias a ser estudiadas en la próxima reunión del 31 de mayo así como la creación de un Comité Binacional de Salud de las ciudades gemelas.


quarta-feira, 23 de maio de 2012

Andrei Rublióv (Rublev), de Andrei Tarkovski



Eu não procurei este livro para comprar, eu cruzei com ele. Estava caminhando por uma livraria e dei de cara com o volume da Martins Fontes. Estranho, não era um DVD do filme, mas um livro de mais de 300 páginas escrito pelo próprio diretor e roteirista Andrei Tarkovski. Comprei imediatamente e não é que o tenha lido, eu o engoli imediatamente com os olhos.

Trata-se de um roteiro literário, que na verdade é um romance escrito por Tarkovski para servir de base para as filmagens. O  roteiro final foi escrito em parceria com Andrei Konchalovsky e parece  consistir apenas no acabamento dos diálogos e no corte de descrições e cenas, pois o livro (ou roteiro literário) possui 14 capítulos, 5 capítulos a mais do que o filme.

OK, mas porque tanta expectativa? Ora, pelo imenso filme de Tarkovski, um dos melhores de toda a história do cinema, pelo profundo humanismo que se desprende da história e pela grande carga emocional de um filme que parece não terminar nunca, tal a impressão deixada nas mentes de quem o vê. Com a publicação deste roteiro — falemos sério, deste romance — ficam inequívocas as intenções do cineasta soviético. Tarkovski pretendia mesmo discutir o papel do artista e da fé na sociedade. Se o palco é a Rússia (Rus) da invasão tártara do século XV, a alegoria serve a qualquer outro tempo e sociedade.  No livro, Rublióv está muito mais completo e complexo do que no filme, o que, se não significa uma obra de arte melhor — e certamente não significa — , significa explicações para vários trechos apenas intuídos.

Na leitura, capta-se melhor a personalidade do trio de pintores de ícones, perdidos ou indo de igreja em igreja na paupérrima e faminta Rússia medieval. Andrei é um jovem quieto e misterioso. Daniil é resignado, propondo sacrifícios a si mesmo. Kiril é esperto, lógico mas ciumento. O trio representa a Trindade do ícone mais famoso de Rublióv. As cenas — todas passadas por volta do ano de 1400 — nem sempre são contadas do mesmo ponto de vista, podem variar, assim como a ordem de apresentação delas é diferente no filme.

Andrei Rublióv é um surpreendente painel sociológico sobre a Rússia medieval. Os estranhos rituais, a fé, a necessidade da igreja para não passar fome, a busca da própria identidade, a busca da verdade. Há violência extrema na cena em que a igreja é invadida e saqueada, com o sacerdote sendo marcado por uma cruz incandescente. Ali, Rublióv perde a fé para reencontrá-la no filho de um fabricante de um sineiro, um menino que, sem saber muito bem o que faz e ameaçado de morte se não for capaz de forjar um sino, vai adiante movido por não se sabe o bem o quê– pela mera intuição, pela fé ou pela observação e desespero. Ali, Rublióv vai reencontrar deus e o espírito para voltar a criar beleza religiosa para um mundo absolutamente bárbaro.

O filme, de 1966, foi somente liberado em 1969, assim mesmo com cortes impostos pela censura soviética, que não aprovava a alegoria de Tarkovski contra a intervenção das instituições no trabalho do artista. Isto é algo quase não lê no “roteiro literário” do diretor.


Andrei Rublev: Trindade. Galeria Tretyakov

terça-feira, 22 de maio de 2012

Anúncios da Confraria: Para os desesperados, Unguento Holloway

Se você caro leitor, vivesse no Rio de Janeiro, capital do Império do Brasil na segunda metade do século XIX, ao ler este anuncio publicado no Diário do Rio de Janeiro, sem dúvida correria imediatamente para a Rua do Hospicio nº 40 e adquiriria alguns potes deste maravilhoso unguento. 
Para se ter uma noção da situação da saúde na época, no mesmo jornal há um relatório com as pessoas sepultadas nos cemitérios públicos. As causas dos óbitos, enterite, diarréia, febre amarela, tifo, tétano dos recém nascidos, etc, etc. Idade média dos sepultados, 20 anos.
Além do valor sociológico, o estilo e argumentos utilizados são de se apreciar. Jóia rara também é a parte final,  Paragraphos Holloway.  
Boa leitura


Extraído dos arquivos da Biblioteca Nacional,  do Diário do Rio de Janeiro, o qual tinha como principal redator,  Joaquim Saldanha Marinho. Edição de 14/05/1861. 





segunda-feira, 21 de maio de 2012

Edição Especial comemora segundo ano do Projeto Sarau Poético Musical da BPP


Juntamente com os parceiros institucionais e apoiadores , a Bibliotheca Pública Pelotense (BPP) convida para a  XXI edição   do Projeto  Sarau Poético-Musical BPP , no próximo 29 DE MAIO, a partir das 19:30 horas - conforme programação abaixo detalhada. Evento da programação que marca e comemora o segundo aniversário do projeto.

Coordenação Projeto Sarau Poético BPP
Daniela Pires de Castro
Getulio Matos
Mara Agripina Ferreira
Pedro Moacyr Perez da Silveira
O QUE - XXI edição  do Projeto  Sarau Poético-Musical BPP.
QUANDO E ONDE: 29 de maio  de 2012, no salão térreo da BPP. Entrada franca. Inicio às 19:30 horas.

Música*
Hélio Ramirez ,Régis Bardini e Alencar Feijó

*APRESENTAÇÃO DO TRABALHO "FORTINS DE JAGUARÃO"
  
Poetas em destaque
Oswald de Andrade
Jorge Luis Borges
Juana de Ibarbourou
Gabriela Mistral
Augusto Roa Bastos

Conversa sobre os autores destacados
Carlos Rizzon

Leitura de poemas
Stéfano Nascimento Fonseca
Cássia Camila Cavalheiro Fernandes
Romero Cavalcanti Castro
Mario Sampaio
Roberta Viel

Parceiros Institucionais
Confraria dos Poetas de Jaguarão
Curso de Relações Internacionais / UFPel
Faculdade de Educação / UFPel
Faculdade de Letras / UFPel
Instituto Estadual de Educação Assis Brasil
RádioCOM.104.5FM

Realização / Organização
Bibliotheca Pública Pelotense e Grupo de Pesquisas Cultura, Cidades , Políticas e Fronteiras *
*GRUPO DE PESQUISAS
Maria de Fátima Bento Ribeiro
Alan Dutra de Melo
Nikolas Yoshitaka Konishi
Javier Eduardo Silveira Luzardo
Victor Mateus Spindola
Stéfano Nascimento Fonseca
Cássia Camila Cavalheiro Fernandes
Romero Cavalcanti Castro
Mario Sampaio
Roberta Viel


Jaguarão\Rio Branco participam da Semana do Audiovisual (SEDA)


A atividade será integrada com a cidade de Pelotas e Montevidéu


A SEDA - Semana do Audiovisual é um festival integrado de cinema, realizado pelo Circuito Fora do Eixo em mais de 50 cidades do Brasil. As cidades de Pelotas, Jaguarão\Rio Branco e Montevidéu resolveram realizar a SEDA de forma integrada. Iniciando em Pelotas (05 à 09 de junho), passando por Jaguarão\Rio Branco (12 à 17 de junho) culminando na cidade de Montevidéu no mês de julho.

A ideia é ocupar vários locais da cidade com projeções, bate-papos e oficinas. Outro ponto alto do evento é integrar as mais diversas expressões artísticas como poesia, dança, música e teatro. O projeto não prevê fins lucrativos, possibilitando assim o acesso da população em geral e proporcionando acesso à cultura a todas as classes sociais.

Em Jaguarão, o evento conta com o apoio do Cineclube Jaguarão, Secretaria de Cultura e Turismo e Secretaria de Cultura de Rio Branco, e a realização fica por conta do Coletivo de alunos do Curso de Produção e Política Cultural (UNIPAMPA) em parceria com o Coletivo cultural de Pelotas, Sotaque Coletivo.



sábado, 19 de maio de 2012

III Canto do Jaguar - Nei Lisboa - Telhados de Paris


Show de Nei Lisboa no III Canto do Jaguar - Jaguarão- RS - Março de 2010
Telhados De Paris (Nei Lisboa)
Venta
Ali se vê
Onde o arvoredo inventa um ballet
Enquanto invento aqui pra mim
Um silêncio sem fim
Deixando a rima assim
Sem mágoas, sem nada
Só uma janela em cruz
E uma paisagem tão comum
Telhados de Paris
Em casas velhas, mudas
Em blocos que o engano fez aqui
Mas tem no outono uma luz
Que acaricia essa dureza cor de giz
Que mora ao lado e mais parece outro país
Que me estranha mas não sabe se é feliz
E não entende quando eu grito


O tempo se foi
Há tempos que eu já desisti
Dos planos daquele assalto
E de versos retos, corretos
O resto da paixão, reguei
Vai servir pra nós
O doce da loucura é teu, é meu
Pra usar à sós
Eu tenho os olhos doidos, doidos, já vi
Meus olhos doidos, doidos, são doidos por ti

Novo Espaço: Prefeitura inaugura sala de leitura na Biblioteca Pública Municipal

Prefeito Cláudio Martins e a importância do acesso aos livros - Foto Fernanda Cassel
A partir de agora a comunidade jaguarense conta com mais um espaço dedicado à leitura, onde estão disponíveis para todos, gratuitamente, diversas obras de qualidade além de dvd’s e gibis infantis.

A nova sala de leitura da Biblioteca Pública foi inaugurada na quinta-feira, 19 de abril de 2012,  pela Prefeitura Municipal através da Secretaria de Educação.  “Este espaço tornou-se realidade via Programa da Biblioteca Nacional, dentro do Projeto de Modernização das Bibliotecas, que disponibilizou mobiliário e acervo bibliográfico”, explica a Secretária Adjunta de Educação Roseli Calvete, que informa ainda que em breve a sala receberá o acervo tecnológico.

Durante a cerimônia de inauguração o Prefeito Cláudio Martins falou sobre a importância do acesso aos livros e das políticas de educação de um modo geral, bem como o poder dessas ferramentas na transformação da vida das pessoas. “A nova sala que inauguramos aqui na Biblioteca contribui significativamente com a inserção da comunidade escolar e da comunidade em geral, em um novo cenário de transformação social”, afirma o Prefeito destacando também que esse será um privilegiado espaço de formação de leitores.

Além de diversas autoridades locais, de representantes de escolas e programas sociais, também marcaram presença as crianças do programa AABB Comunidade e das escolas de educação infantil da rede municipal de ensino. “ É uma alegria ver esses pequenos neste momento. A sala vai estar sempre de portas abertas para receber os estudantes. Aqui também tem um espaço bacana para as professoras fazerem a hora do conto com os pequenos, além de poderem usufruir dos DVD’s que já estão aguardando a chegada do nosso acervo tecnológico”, salienta a Secretária de Educação, Maria da Graça Souza.

Antes do ato de inauguração os alunos das escolinhas do município visitaram a Biblioteca e participaram de atividades literárias, encenações e brincadeiras nos brinquedos infláveis com a equipe do PELC e da Secretaria de Educação.

Fonte: http://www.jaguarao.rs.gov.br/