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quarta-feira, 27 de março de 2013

“Turismo étnico e Cultural” é tema de Palestra na Unipampa



Palestrante:

RODRIGO DA COSTA SEGOVIA

Pós-graduando em Culturas, Cidades e Fronteiras - UNIPAMPA

Formado em Administração de Pequenas e Médias Empresas pela Universidade do Norte do Paraná- UNOPAR- Graduando em Gestão de Turismo e Pós Graduando em Culturas, Cidades e Fronteiras pela Universidade Federal do Pampa. Atualmente é bolsista do Programa de Educação Tutorial PET – História da África, pesquisador voluntário no Projeto de Ensino de Espanhol para Falantes de Português, EFALP e membro da diretoria da Conexão Sociocultural.

Programação:
Horário: 18h15
Dia : 27 de março
Local: Sala 312 – Unipampa



segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

El misterioso Pibe Carlitos

Carlos Gardel. Foto: José María Silva 
/ Archivo General de la Nación

O Jornal Argentino Página 12 publicou recentemente um artigo de Raúl Kollmann sobre o passado de Carlos Gardel e possíveis passagens pela polícia como estelionatário praticando pequenos golpes como "el cuento del tío". 

Aproveitando que hoje teremos uma Palestra na Unipampa com a apresentação do livro "Gardel es uruguayo", por parte do Diretor Geral de Cultura do Departamento de Tacuarembó, Dr Carlos Arezo Posada, extraímos do citado artigo,  alguns pontos sobre a identidade de Gardel, e que esperamos devam  ser refutados hoje à noite pelo Dr Arezo, principalmente no que tange à pretensa falsidade da declaração de ter nascido em Tacuarembó, Uruguay. 


El prontuario

Torre explica que para una figura estelar como Gardel, el prontuario de estafador era fuego puro. Más en aquella época. Tal vez por eso, la identidad del cantante es una mentira permanente.

- En 1904 es Carlos Gardez, nacido en Toulouse, hijo únicamente de Berta Gardez. Es muy probable que el policía que hizo el expediente se haya equivocado poniendo una zeta en lugar de la ese, que era el verdadero apellido de Berta.

- En 1915 es Carlos Gardel, hijo de Carlos Gardel (una persona inexistente) y Berta Gardel (también inexistente, es Gardés), nacido en La Plata, una clara mentira.

- El 8 de octubre de 1923 necesitó sacar pasaporte para su gira al exterior. El coleccionista Hamlet Peluso aportó el original, incluyendo la huella digital. Para conseguir ese pasaporte, Gardel se presentó en el consulado uruguayo y dijo que era nacido en Tacuarembó en 1887, hijo de Carlos y Berta Gardel.

- En 1933, Gardel redacta su testamento, donde dice textualmente “soy francés, nacido en Toulouse el 11 de diciembre de 1890 y soy hijo de Berthe Gardés. Hago constar expresamente que mi verdadero nombre y apellido son Carlos Romualdo Gardel”.
“Tanto cambio de identidad –dice Torre– me hace pensar en lo mucho que pesó aquel prontuario de estafador.”



Toulouse

Más allá de otros elementos existentes, hay detalles que surgen de la gestión de los propios documentos que dejan rastros sobre el nacimiento de Gardel.

- En 1904 es la madre quien lo identifica porque se trataba de una fuga del hogar.

- En 1915, cuando dice que nació en La Plata, el jefe de la Policía de la capital bonaerense era Cristino Benavides y es quien le sale de testigo para sacar la cédula. Pero, además, da como domicilio Calle 2 número 20-13, justito frente a la Jefatura de la Policía. Todo es obviamente falso.

- En 1923, cuando saca el pasaporte, el único elemento que le aporta al consulado oriental para decir que nació en Tacuarembó son dos testigos uruguayos.

- En 1933, en su testamento ratifica que nació en Toulouse, Francia.

Se ha dicho que la falsedad en la identificación de Gardel se origina en que, al haber nacido en Francia, era desertor, porque debió combatir en la Primera Guerra Mundial. Quienes investigaron el tema sostienen que los países europeos convocaban a incorporarse a las filas a todos sus ciudadanos, pero que no hubo persecución de quienes estaban fuera de sus países. “No tenga dudas de que los cambios de identidad de Gardel tienen que ver con sus antecedentes en el delito –insiste Torres–. Cambiaba una letra, lugar de nacimiento, para que no surgiera que era el mismo que figuraba como El Pibe Carlitos, estafador por medio del cuento del tío.”


   

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Cultura em debate no Campus Jaguarão da UNIPAMPA



O Curso de Bacharelado em Produção e Política Cultural do Campus Jaguarão da  UNIPAMPA convida os interessados a participarem da palestra “A Cultura, o Estado e o Mercado no Brasil atual”, que será proferida por Vítor Paulo Ortiz Bittencourt no dia 19 de novembro, às 19 horas e 30 min, na sala 311 do Campus Jaguarão.

Após passagem significativa pelo Ministério da Cultura, o palestrante atualmente está vinculado à Empresa Brasil de Comunicação e, valendo-se de tais experiências, abordará alguns temas emergentes frente ao campo cultural, entre eles: o investimento público em cultura, as lógicas operativas dos diferentes setores culturais (literatura, livro, audiovisual, música, artes cênicas, patrimônio cultural, museus, etc), economia da cultura e cidadania.

A palestra é uma promoção do Curso de Bacharelado em Produção e Política Cultural do Campus Jaguarão da UNIPAMPA, que inaugurou suas atividades no primeiro semestre de 2012 em resposta à crescente demanda por profissionais habilitados a atuar na gestão e na promoção de políticas culturais em diversos setores sociais.


quarta-feira, 27 de junho de 2012

Gabinete Digital é apresentado em Jaguarão no Estrada para o Futuro


Gabinete Digital do RS: Ferramentas inovadoras de participação direta”, é o título da palestra que apresentará o Gabinete Digital no Estrada para o Futuro, evento que  acontece nos dias 28 e 29 de junho, em Jaguarão, município a 395km da capital. A palestra do Gabinete Digital será realizada às 15h do dia 28 na Unipampa.

O II Estrada para o Futuro – Circuito Zona Sul é realizado pela secretaria de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento em parceria com a AZONASUL – Associação dos Municípios da Zona Sul e o Governo do Estado do Rio Grande do Sul. O Gabinete Digital será apresentado pelo seu coordenador executivo, Fabrício Solagna.

O evento tem o objetivo de levar conhecimentos e capacidades em Tecnologia da Informação e Comunicação para o aprimoramento da gestão municipal. São ministradas diversas oficinas, palestras e conferências nos seguintes temas: Agricultura, Funções Administrativas e Gestão de TI; Lei de Acesso a Informação; Inclusão Digital; Cidades Digitais e Banda Larga; Software Público e Software Livre.

Para inscrição, acesse


terça-feira, 1 de novembro de 2011

Escritora espírita Suely Schubert faz Palestra no Cine Regente


Suely Caldas Schubert nasceu em Carangola, MG. Desde jovem, dedica-se às atividades espíritas, especialmente no âmbito da mediunidade e da divulgação do Espiritismo. Autora de nove livros, é também conhecida expositora, tendo realizado dezenas de palestras no Brasil e no exterior.

Pela Editora da Federação Espírita Brasileira lançou seus dois primeiros livros – Obsessão/Desobsessão: Profilaxia e Terapêutica (1981) e Testemunhos de Chico Xavier (1986).


Outros livros de sua autoria são O Semeador de Estrelas (1989), Ante os Tempos Novos (1996), ambos pela Editora LEAL; Mediunidade: Caminho para ser Feliz (1999), pela Editora Didier; e Transtornos Mentais (2001), pela Minas Editora.

Em Jaguarão, a Palestra será realizada no Cine Regente, hoje, 01 de novembro as 20 horas. 
Tema : A influência dos espíritos em nossas vidas
Entrada gratuita.


Promoção da União Municipal Espírita
Apoio Secretaria de Cultura de Jaguarão

CLIQUE AQUI  para ler reportagem e entrevista  com a escritora na Semana Espírita de Torres -RS. 

segunda-feira, 21 de março de 2011

Nesta terça feira, dia 22, Conferencia na Unipampa


O Ciclo de estudos do Laboratório de Estudos sobre o Império Romano (LEIR-UNIPAMPA) e o curso de História convidam a todos os interessados para participarem da palestra de abertura das atividades do LEIR-UNIPAMPA 2011 :


" CONTRIBUIÇÕES DA ICONOGRAFIA DOS VASOS ÁTICOS PARA O ESTUDO DO HOMOEROTISMO GREGO ANTIGO "
- Prof. Dr. Fábio Vergara Cerqueira (UFPel)

Após a palestra haverá uma discussão com o historiador sobre a produção científica referente à História Antiga no Rio Grande do Sul.


Data : 22 de março de 2011
Hora: 14h30 - 18h00.
Local:  Sala 105 – Laboratório de Estudos sobre o Império Romano


Da Palestra:

A pintura dos vasos áticos apresenta sob abordagens variadas situações sociais, afetivas e eróticas que nos reportam à polêmica temática do homoerotismo grego. O modelo da pederastia, propalado por grande parte das fontes escritas (criando na posteridade a figura do "amor platônico"), que definia rigidamente os papeis de amante e amado, erastes e erômenos, cabendo ao adulto a função de amante e ao jovem a função de amado, foi por bom tempo assumido pela historiografia como a forma aceita e predominante de vivência do homoerotismo entre os gregos. A perspectiva historiográfica pós-moderna de evitar modelos totalizantes, de olhar a realidade em sua forma fragmentada e multifacetada, com o gosto pela leitura a contrapelo das fontes e com a desconfiança com relação aos discursos de aparência hegemônica revelados nos textos antigos, abriu espaço para uma nova atitude interpretativa sobre a problemática da homossexualidade entre os gregos. Neste contexto, o estudo sistemático da iconografia dos vasos áticos pode trazer oportunidades interessantes de análise, apresentando-nos a possibilidade de situações cotidianas mais múltiplas e de valores sociais mais fragmentados, mais discordantes entre si. Nesta conferência, buscaremos avançar, através da iconografia, na rede temática "educação - homoerotismo - música", com o fim de trazer algumas contribuições ao assunto.

Do pesquisador:

Graduou-se no curso de Licenciatura em História pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1989) e concluiu doutorado em Antropologia Social, com concentração em Arqueologia Clássica, pela Universidade de São Paulo (2001). Atualmente é professor adjunto do Departamento de História e Antropologia da Universidade Federal de Pelotas, lecionando nos cursos de Licenciatura e Bacharelado em História e Bacharelado em Antropologia, com Habilitação em Arqueologia. Entre 2006 e 2009, foi professor do Mestrado em Ciências Sociais. É professor, desde 2007, do Mestrado em Memória Social e Patrimônio Cultural, e, desde 2009, do Mestrado em História. Nesta universidade, atuou diretor do Instituto de Ciências Humanas (de 2002 a 2010), e atua c omo coordenador do Laboratório de Antropologia e Arqueologia (desde 2001) e do Museu Etnográfico da Colônia Maciel (desde 2006). Foi Presidente (2001-2003) e Vice-Presidente (2004-2005) da Sociedade Brasileira de Estudos Clássicos, tendo sido Presidente do V Congresso da Sociedade Brasileira de Estudos Clássicos (SBEC), realizado em 2003. Atuou como coordenador nacional do GT de História Antiga da Associação Nacional de História (ANPUH) entre 2007 e 2008. Integra os conselhos editoriais dos seguintes periódicos: Dimensões. Revista de História (UFES); Metis (UCS); Cadernos do LEPAARQ. Textos de Antropologia, Arqueologia e Patrimônio (UFPEL); Justiça & História (Tribunal de Justiça do RS); e Clássica. Revista da SBEC. Tem experiência na área de História, com ênfase em Arqueologia Histórica e Arqueologia Clássica, atuando principalmente nos seguintes temas: música, arqueologia, antigüidade clássica, história antiga e iconografia. Nos últimos anos, tem-se dedicado às áreas de Memória Social e Patrimônio Cultural, bem como à gestão museológica.

Organização: Membros  do LEIR-UNIPAMPA : 



Os inscritos receberão certificado do LEIR-UNIPAMPA


quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Aurélio Virissimo de Bittencourt e “Uma casa, seus muitos lados, e os lados de seus lados”.

Prof. Paulo Moreira - Foto J. Passos

Registramos a palestra ocorrida ontem, no segundo dia da programação da Semana da Consciência negra no Clube 24 de Agosto: “Entre Irmandades e Palácios: a trajetória de um negro devoto e burocrata” sobre o fascinante personagem jaguarense e quase desconhecido para nós, Aurélio Virissimo Bittencourt, pesquisa que está sendo desenvolvida pelo Prof. Paulo Moreira da Universidade do Vale do Rio dos Sinos, Coordenador do Programa de Pós-graduação em História.
Braço direito dos Governadores Júlio de Castilhos e Borges de Medeiros, a vida de Virissimo deve ser editada em livro no ano que vem pelo pesquisador da Unisinos.
"Destacamos a intensa troca de cartas e bilhetes com seu secretário, Aurélio Virissimo de Bittencourt. A série “Aurélio Viríssimo de Bittencourt”, escolhida para inaugurar a publicação desse acervo, revela a atividade política no Rio Grande do Sul, entre o final do século XIX e o início do século XX, bem como a influência e liderança exercida por Castilhos, mesmo após a sua saída da Presidência do Estado, quando permaneceu como Presidente do Partido Republicano Rio-Grandense até sua morte, em 1903. O burocrata, devoto, abolicionista, literato, tipógrafo Aurélio Viríssimo de Bittencourt, era um indivíduo negro, ou pardo segundo seu atestado de óbito, ou preto segundo o artigo escrito por Borges de Medeiros nas comemorações realizadas pelos seus cem anos de batismo, em 1949. Aurélio nasceu em outubro de 1849, na cidade de Jaguarão, interior do Rio Grande do Sul, na fronteira com o Uruguai. Filho de uma escrava liberta e de um Capitão da Armada, foi batizado na Matriz local como exposto, filho de pais incógnitos. No período republicano, a correspondência trocada entre Aurélio e Julio de Castilhos revela que, no dia a dia da vida palaciana, Aurélio foi fundamental na administração central, uma vez que permanecia a maior parte do tempo na secretaria da presidência, enquanto Castilhos mantinha-se mais afastado em sua chácara. A proeminência do burocrata também estava assentada na liderança que possuía sobre os pequenos empregados das secretarias, a sua aproximação com a vida religiosa na capital e a sua ascendência entre os populares. Em 1919, quando morreu, cego, na capital do Estado do Rio Grande do Sul, cercado por numerosa família e pelo carinho dos governantes, deixou um considerável patrimônio material (em imóveis, dinheiro e ações) e uma herança imaterial invejável, alicerçada em um currículo de extensos e preciosos serviços públicos prestados."
( Contribuição César Steimbruch)

Prof. Edgar Barbosa Neto - Foto J. Passos


O Prof. Edgar Barbosa Neto, da Universidade Federal de Pelotas, discorreu sobre a religião Afro e seus variados e múltiplos matizes com o tema “Uma casa, seus muitos lados, e os lados de seus lados”. Introdução sobre o estudo de alguns terreiros na Cidade de Pelotas em tese a ser defendida pelo pesquisador.

Um dado interessante que foi apresentado na palestra do Professor Edgar, é que o Rio Grande do Sul, pretensamente um estado “branqueado”, possui o maior número de casas de religião Afro no Brasil.

Clandestino - Gilberto Isquierdo e Said Baja

  Assim como o Said, milhares de palestinos tiveram de deixar seu país buscando refúgio em outros lugares do mundo. Radicado nesta fronteir...