sábado, 8 de janeiro de 2011

A ponte, a cidade e o Escritor

Reproduzimos do Blog ardotempo.


Tombamento cultural e museu

Jaguarão, a sua ponte e seu futuro museu


Saudamos o tombamento do conjunto arquitetônico da fantástica cidade de Jaguarão como tesouro do patrimônio cultural brasileiro, os oitenta anos da Ponte Mauá entre Jaguarão e Río Branco e o futuro Museu do Pampa (CIP). Na imagem, a ponte que leva à cultura e ao conhecimento, a maquete da ponte internacional de Jaguarão (representação estilizada que completa cerca de 60 anos) na biblioteca do grande escritor Aldyr Garcia Schlee, acompanhado pela sua neta Helena.

Maquete da Ponte Mauá - Aldyr Garcia Schlee e Helena (Capão do Leão Brasil), 2011

Fonte: http://ardotempo.blogs.sapo.pt/

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Projeto beneficiará comunidade do Cerro da Pólvora

Reproduzimos matéria publicada no Diário Popular - Pelotas do dia 06/01/2011.


Depois da concretização da primeira etapa de restauro do Teatro Esperança pelo PAC das Cidades Históricas e do avanço de outros projetos, como o Centro de Interpretação do Pampa, a construção da segunda ponte e a reforma da Ponte Mauá, o prefeito de Jaguarão, Cláudio Martins (PT), anunciou a seleção de uma proposta para o Cerro da Pólvora no Pac 2 - Grupo 3. O investimento deve alcançar R$ 3 milhões.

De acordo com Martins, o projeto trará um benefício imenso para a comunidade do Cerro da Pólvora e arredores, pois associa-se ao turismo, já que é nesta região que será construído o Centro de Interpretação do Pampa.

Através do investimento 197 famílias receberão regularização fundiária e esgotamento sanitário individual. Destas famílias, dez serão beneficiadas com moradias realocadas e 86 com moradias reformadas.

Ainda é prevista a construção de um espaço de lazer, utilizando a área das pedreiras, com praça (brinquedos, palco para eventos, banheiros e espaço para reuniões da comunidade) e área esportiva, com campos de futebol e quadra de vôlei.

Também serão feitas sinalização, drenagem, construção de calçadas e pavimentação de 17,6 mil metros quadrados das ruas Cantalício Vieira, Adão Pereira Neves, rua C, Martina Marques, Moacir Teodoro Machado, Jerônima da Silva e Alcides Pereira da Silva.




É a cultura trazendo benefícios para toda a população!

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Palavras

Arte: Foto sobre pintura de Francesco2


Uso a palavra para compor silêncios,

para abafar rumores,

para expressar dores.


Uso a palavra para compor versos,

versos estranhos,

sem rimas, sem métrica,

mas versos com sentimento.


Uso a palavra para cantarolar,

para falar, para reclamar.


Meu sotaque mistura-se com

rajadas de vento e com sintonia aparelhada.


Hoje quero usar a palavra para dizer:



_ Tenho palavras para dizer que sei amar!


Léa Pacheco

domingo, 2 de janeiro de 2011

A POSSE DE UM POVO

Pensar que até pouco tempo mulher não tinha direito ao voto nem emprego ou boa remuneração e que foi aos poucos, com muita luta, conquistando espaço até mostrar ao mundo o poder da criação. Hoje, ganhamos fama de madonas duronas, mas na verdade, somos construtoras de uma imensa nação e não fugimos de nossos mil compromissos e ver subir ao parlatório e receber a faixa presidencial uma mulher guerreira, foi um privilégio.


Brasília de incomum céu azul, mesmo sob nuvens cinzentas, acordou, neste sábado, vermelha de alegria, por Agnelo logo cedo e mais tarde por Dilma.

O povo contagiado pela onda vermelha foi à Esplanada prestigiar a posse da primeira mulher Presidente do Brasil. Em seu discurso, Dilma retomou as promessas de campanha e foi muito aplaudida.

Lá havia de tudo: muita segurança, crianças aprendendo cidadania, idosos, de bandeirinha exercendo cidadania, ambulantes vendendo, inclusive, as bandeiras distribuídas gratuitamente pelo cerimonial, tinha boiadeiros, bandeiras feitas de chitão e muita paixão, tinha um povão alegre, esperançoso, tinha chuva, lama, tiro de canhão, rasante de avião, calor e sede de um Brasil cada vez melhor e nem uma sequer confusão. Um evento memorável.

Quando Lula apareceu, a praça estremeceu. Foi, sem dúvida, o grande chefe da nação. O povo gritava: - Lula guerreiro!

Até onde a vista alcançava a multidão se espalhava, gente de todos os estados e de diferentes nações se amontoava para ver de perto cada detalhe.

O país nunca mais será como foi um dia, com seu povo triste e necessitado.

Eu estava lá, a Confraria estava lá, deixamos nossa marca na história.

Viva o Brasil, viva o povo brasileiro, viva Dilma Presidenta!!!

Brasília, 1º de janeiro de 2011.

Analva Passos

sábado, 1 de janeiro de 2011

11 minutos


Um flash de instante

Impulso pulsante

De corpos calientes

O desejo tão breve, estrela cadente


Um golpe de sorte

De calor sem um norte

E esperanças contidas

O gozo demorado antes da despedida


A impressão que fica

Não altera nem modifica

Esse momento de sensibilidade

De poesia e de unicidade


Afinal, 11 minutos o que são?

Miragem, perda total da razão?


Eu particularmente prefiro pensar

Que 11 minutos são suficientes

Para nascer, amadurecer e se apaixonar!



Daniel Moreira (revista-seja.blogspot.com)

Clandestino - Gilberto Isquierdo e Said Baja

  Assim como o Said, milhares de palestinos tiveram de deixar seu país buscando refúgio em outros lugares do mundo. Radicado nesta fronteir...