sexta-feira, 16 de março de 2012

No creo en brujas...

Momento histórico de Jaguarão relembra Campanha da Legalidade

            Podemos entender política pública como aquela que tem por fundamental papel o fortalecimento e a expansão da autonomia dos sujeitos na sua cultura popular, com a possibilidade de intermediar, satisfazer e garantir a manutenção e o desenvolvimento da autonomia dos indivíduos, permitindo a capacidade de participação, como medida protetora da inserção social.

É por demais óbvio que a participação social e a libertação do ser humano perturbam em demasia e/ou trazem irreparáveis prejuízos aos sentimentos oposicionistas e opressores arraigados no âmago histórico de um determinado grupo específico de pessoas, que sempre usaram como táticas governamentais procedimentos escusos. É árdua a tarefa quando da compreensão do justo e injusto, já que este objeto justiça, é objetivo por demais.

Neste processo que ultimamente vem monopolizando as atenções da comunidade jaguarense, pensamos em justiça, e queremos, muitas vezes, que as subjetividades reais sejam evidenciadas. Ocorre que, nesta esteira, os mecanismos, as relações de desejo e poder e os interesses são muito mais amplos, presentes e complexos, sendo assim, muitas vezes, usados com estratégia das obscuras forças.

A implementação da política pública, democrática e concenciosamente escolhida pelo povo do município de Jaguarão, nas últimas eleições, no ano de 2008, é um projeto do povo e um desejo de todos(as) de ser realmente efetivada, como via das necessidades sociais.

O povo jaguarense não pode estagnar frente aos julgamentos do poder, sem ponderações (oposição). Ante ao contrário, devemos nos permitir ir além desse impasse que, em alguns momentos, não condiz com a realidade dos fatos. Caso contrário, estaremos fadados e condenados por práticas oposicionistas no uso de aparelhos de sufocamento e aniquilamento de nós, homens e mulheres jaguarenses, contendo, assim, os interesses sociais.

Ainda há grandes desafios e avanços a serem criados e, para isso, penso que necessitemos de igual disposição para fazermos acontecer, de fato, um processo democrático, no qual todos(as) possam ter acesso, se expressar, e onde o caráter e a dignidade do sr. Prefeito Claudio Martins sejam resguardados e assegurados, protagonista ele de um novo olhar de política pública e de defesas de direitos, com os mecanismos do Estado Democrático de Direito.

Portanto, precisamos nos instigar, e romper com o propósito revanchista dos opositores, para que possamos seguir vislumbrando uma perspectiva de política pública como seguridade social e direito de cidadania ao nosso povo, através dos canais institucionais de participação social.

Raquel C. Moreira
Mestre em Políticas Sociais, assessora jurídica, pedagoga, psicopedagoga, mãe, mulher, JAGUARENSE.


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