quinta-feira, 5 de maio de 2011

Conselho do IPHAN confirma Jaguarão como cidade histórica e a Ponte Mauá é o primeiro bem Binacional tombado


Ponte Mauá é o 1º bem binacional tombado

Via une Jaguarão a Rio Branco, no Uruguai

Em reunião realizada do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), em Brasília, a Ponte Internacional Mauá, em Jaguarão, no Sul do Estado, é o primeiro bem binacional tombado pelo órgão. Construída no início do século 20, a via une a cidade brasileira a Rio Branco, no Uruguai.



Segundo comunicado de hoje do Iphan, os conselheiros aprovaram também o tombamento do conjunto histórico e paisagístico da cidade gaúcha de Jaguarão como patrimônio cultural do País, "uma área urbana que guarda um acervo considerável de bens culturais, com edificações coloniais, ecléticas, art déco e modernistas".

Na mesma reunião foi decidido que o acervo do Museu do Trem, no Rio de Janeiro, uma das maiores referências da memória ferroviária brasileira, e dois bairros de Belém do Pará (Cidade Velha e Campina) são patrimônio cultural.

Com mais de mil itens considerados de valor histórico, o acervo abrange equipamentos ferroviários, utensílios, mobiliário e até locomotivas como a Baroneza, construída na Inglaterra, movida a vapor e a primeira a trafegar na estrada de ferro de Petrópolis. Outros destaques do acervo são um vagão usado pelo ex-presidente Getúlio Vargas e outro em que viajou o Rei Alberto, da Bélgica, quando esteve no Brasil em visita oficial, em 1922.

O bairros da capital paraense são "um dos maiores e mais íntegros conjuntos urbanos do País, dando à cidade de Belém configuração peculiar", segundo o Iphan. O conjunto arquitetônico, que compreende cerca de três mil edificações, mistura "traços básicos da arquitetura europeia com a cultura local, arquitetura neoclássica, exemplos arquitetônicos expressivos do período eclético, com grande concentração de exemplares de arquitetura azulejar, e arquitetura de ferro".

Fonte: http://www.correiodopovo.com.br

Lástima que esse tombamento não tenha vindo há quarenta anos. Teria evitado crimes como a retirada das antigas luminárias da Ponte e a construção dos mostrengos do Banco do Brasil, CEF e Banrisul no lugar onde havia prédios históricos admiráveis.  

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Kako Xavier no Bailão Cultural do Fica Ahi

Reproduzimos do caderno Zoom do Diário Popular Pelotas.



Bailão Cultural no Dia das Mães


Ao retornar a Pelotas, Kako Xavier encontrou
 artistas afinados com seu projeto musical 

foto divulgação
No embalo dos tambores de Maçambique, o músico e pesquisador Kako Xavier coloca em prática neste domingo (8), Dia das Mães, seu projeto de pesquisa e de divulgação da cultura negra e da música praieira. O Bailão Cultural deve reunir em um só espaço aqueles que se identificam com o gênero que busca espaço, respeito e que pretende agitar o cenário musical da cidade. O evento, com o apoio da Superintendência de Manifestações Populares da Secretaria de Cultura (Secult) e realização da Produtora TriBom, antecipa parte do que está sendo preparado para os 200 anos de Pelotas, ano que vem. 

Depois de 21 anos afastado de Pelotas, atuando em bandas de diferentes estilos, Kako Xavier quer se reencontrar com o público que se identifica com seu trabalho de mistura dos sons dos tambores de Maçambique com o do sopapo. 

Leia mais na edição impressa do Diário Popular desta quarta-feira (4).


Serviço

O quê: Bailão Cultural do Kako Xavier
Quando: dia 8 de maio, das 18h às 23h
Onde: Clube Fica Ahí Pra Ir Dizendo, rua Marechal Deodoro, 368
Quanto:  entrada franca, mediante apresentação de convite que pode ser retirado gratuitamente na Secult (praça Coronel Pedro Osório, 2), no DCE da UFPel (Félix da Cunha, 62) e no Clube Fica Ahí. 
Informações: Produtora TriBom pelo telefone (53) 3227-0649

Por: Cíntia Piegas – cintiap@diariopopular.com.br
Fonte : http://www.diariopopular.com.br

La alta suciedad

CARICATURA - Bartolomeo Passerotti
Séc XVI -XVII - Do livro História da feiúra

De Luis Catorce, de Francia,
dicen que no se bañaba,
pero un imperio reinaba.
La Historia no da constancia
si fue a fuerza de fragancia
o por su origen divino.
Este rey al mundo vino
y tres veces se bañó:
¡una fue cuando nació,
la otra, para casarse,
y la tercera, al marcharse,
o sea, cuando murió!

En Inglaterra, sus lores,
y en otras cortes de Europa,
tamizaban con la ropa
y con esencia de flores
aquellos malos olores
que los cuerpos despedían;
mientras las damas reían
y los señores hablaban,
ambos sexos coqueteaban
al son barroco que oían.

¡Hemos ganado en aseos
y perdido en elegancia,
pero ese tiempo y distancia
sigue intacto en los museos!
¡Excursiones y paseos
para todas las edades,
recorren esas ciudades
como en un cuento de hadas,
a salvo y recuperadas
de pestes y enfermedades!

Con tanta preocupación
por estar limpio, ya creo
que hasta te tachan de feo
si no te aplicas loción,
y el aroma del jabón
lo cubres con más ungüentos,
para que todos, contentos
como perros, la fragancia
se huelan, ¡siendo que en Francia
los reyes eran mugrientos!

                 Darío García  
                 março de 2011

terça-feira, 3 de maio de 2011

Ultrapassando fronteiras rumo à diversidade

Estar frente ao outro, um outro que mesmo com as similaridades é dessemelhante, eis o cenário em que nos movemos e onde aprendemos a conviver com outra cultura, outra arte, outro modo de pensar, outros costumes. Práxis que caracteriza esta gente fronteiriça, o reconhecimento de um espaço próximo, porém diferente, que não nos pertence e o qual aprendemos a respeitar. Portanto, ao contrário do que se pensa, a virtude da fronteira não está na igualdade, mas na diversidade que se comunica.
No momento em que Jaguarão enfrenta novos desafios com uma Universidade Federal, abrigando estudantes vindos de várias regiões do Brasil, com os novos meios de comunicação que nos conectam ao mundo, com o reconhecimento de um patrimônio histórico que nos coloca em evidência nacional, creio ser interessante refletir sobre outras fronteiras, limites, a que somos confrontados e não nos apercebemos.
Deixamos o isolamento, a pequenez. Navegamos na modernidade.
Parafraseando um tal de R. Kooper, diria que a próxima fronteira não está à nossa frente, mas dentro de nós.
Se por um lado, conseguimos com êxito reconhecer o outro numa fronteira externa, delimitada por uma ponte, por um rio, por uma língua, há um longo caminho a percorrer nestas outras fronteiras disfarçadas e que vamos descobrindo.


Uma delas está sendo enfrentada e transposta. Os muros erguidos em relação à contribuição do negro na construção desta cidade e deste estado, estão sendo derrubados no resgate das tradições dos povos africanos, que ficaram sempre segregadas ou marginalizadas. Alguns exemplos disso: a Festa de Iemanjá que tomou a avenida 27 de Janeiro e revelou ao povo jaguarense a manifestação religiosa e de arte popular das religiões Afro –brasileiras. O trabalho da historiadora Juliana Nunes sobre o Clube 24 de Agosto e seus blocos carnavalescos, desvelando essa imensa contribuição negra na nossa arte e música. 
Na Semana da Consciência Negra em novembro de 2010, o pesquisador Paulo Moreira, da Universidade do Vale do Rio dos Sinos, apresentou-nos o fascinante personagem jaguarense e quase desconhecido para nós, Aurélio Virissimo Bittencourt, negro e filho de escravos, braço direito dos Governadores Júlio de Castilhos e Borges de Medeiros.
Noutra ação de enfrentamento das fronteiras ocultas, há o importante projeto “Arte de rua aos quatro ventos” como um espaço de valorização da arte construída pelo jovem excluído da periferia, a dança de rua, o graffiti, o samba, o rap. Promovido pela parceria Secult e SIC, a continuação depende da captação de novos recursos.
Muito ainda há por fazer, o “à meia-volta volver” não é mais uma possibilidade. As fronteiras existem para serem transpostas. Mãos, mentes e corações à obra.

Jorge Passos


Texto publicado na Coluna "Gente fronteiriça" do Jornal Fronteira Meridional, dia 20/04/2011

segunda-feira, 2 de maio de 2011

O Clube 24 de Agosto é Patrimônio histórico e Cultural.

Reproduzimos do Blog Turismo em Jaguarão, carta do Professor Caiuá Cardoso Al-Alam em prol da mobilização em defesa do Patrimônio cultural e histórico que representa o Clube 24 de Agosto.


LUTA DO CLUBE 24 DE AGOSTO PARA QUE NÃO PERCA A SUA SEDE SOCIAL. NOSSO APOIO É ESSENCIAL!

Muitos devem conhecer o Clube 24 de Agosto.
Pois é, o clube existe desde 1918 e foi formado por um grupo de negros que tinham sua entrada nos outros clubes da cidade, negada.
A instituição desde esta data nunca fechou suas portas, funciona ininterruptamente.
Território negro por excelência, o 24 tem sua sede própria desde a década de 1970.
Construída a muitas mãos, este prédio ainda hoje é a sede do clube, estrutura que sustenta a sociabilidade de muitas gerações.
Há alguns anos, o Clube tem enfrentado dívidas com o ECAD. É sabido que esta instituição há muito tem suas práticas questionadas, por não representar papel social algum. Inclusive o Ministério da Cultura há tempos vem questionando a existência e as práticas desta instituição.
As dívidas acumuladas perante o ECAD, acabaram levando a hipoteca da sede do clube. A dívida inclusive já foi a leilão e comprada por um morador da cidade, mas ainda não foi executada pois algumas liminares asseguram ainda a posse do prédio ao Clube.
O processo de execução da dívida guarda muitos problemas e irregularidades: cito uma, a hipoteca deve ser feita aos poucos, vendendo os materiais internos por diante, e não como foi feito, onde de primeira o prédio foi avaliado pela dívida. O próprio ECAD também calculou capacidade de público de forma exorbitante em relação ao prédio, cobrando taxa abusiva. Repito que muitas questões são problemáticas no andamento deste processo. A advogada do Clube vem argumentando sobre estas questões e lista estes problemas a que me refiro. E as próprias atitudes do Desembargador que julgou o processo, demonstram um descaso com a questão, pois não leva em conta estes problemas e não aceita questionamentos.
Mesmo sendo difícil a reversão deste quadro, os membros do clube, assim como eu e outros indivíduos da sociedade, acreditam que sobre pressão e mobilização, este processo pode ser revisto.
Precisamos mobilizar não só a sociedade em geral, mas nossos representantes, para quem sabe uma intervenção do Ministério Público Federal ou outra estratégia possam salvar o prédio do 24 de Agosto. O tempo é muito curto...
Como território negro na cidade de Jaguarão, é sabido que existem muitos interesses para que este Clube se extinga, tanto na especulação imobiliária como quanto a aqueles que não aceitam e não respeitam as manifestações de tal grupo étnico.
Temos pouco tempo e toda força é mais que bem vinda!
Segunda-feira (02/05) haverá uma reunião às nove horas da noite na Câmara Municipal para que se construa uma moção de apoio à mobilização do Clube.
Para o dia das mães está programado à tardinha, um abraço ao prédio do Clube, acompanhado de outras atividades, com o objetivo de mobilizar a sociedade de Jaguarão em torno de tal questão e exercer pressão política.
Nesta terça-feira (03/05) às 19 horas na sede do Clube, haverá reunião aberta a todos para organizar esta atividade do abraço à sede do Clube. Todos são bem vindos!!!
Precisamos exercer a maior força possível de pressão política para que as autoridades revejam este caso do 24 de Agosto.
Trata-se de um território negro estabelecido, que com luta se faz presente e persiste nos dias atuais, como marca da reação à intolerância étnico-racial.
Por favor, espalhe este convite!
A UNIPAMPA e seu apoio são essenciais para esta luta!

Peço que aqueles que são solidários com esta causa, encaminhem um e-mail para mim, como forma de assinatura deste apoio (caiua_alam@yahoo.com.br).
Obrigado!
Um abraço a todos e obrigado pela atenção.

Caiuá Cardoso Al-Alam (Professor do curso de História)


A Confraria apoia essa campanha!

domingo, 1 de maio de 2011

Aos trabalhadores incansáveis da arte e da cultura


El botellero - Autor Dubal Ney Ramos

Don Aquilino - Autor Durbal Ney Ramos
Pinturas em óleo sobre lienzo de Durbal Ney Ramos, artista uruguaio de Minas - UY. 
As obras aqui reproduzidas fizeram parte da exposição de pintores uruguaios realizada na Casa de Cultura de Jaguarão em março deste ano.
A figura retratada na pintura El botellero é um personagem conhecido das ruas de Jaguarão, conhecido popularmente por Zica.   

Conselho avalia proposta de tombamento de Jaguarão (RS) como patrimônio cultural do país


Jaguarão será patrimônio cultural do Brasil 


O Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural avalia no próximo dia 3 de maio, em Brasília, a proposta de tombamento do conjunto histórico e paisagístico de Jaguarão como patrimônio cultural do país. A área urbana sobre a qual recairá a proteção proposta guarda um acervo considerável de bens culturais, com edificações coloniais, ecléticas, art-déco e modernistas, que variam em tipologias, formas de implantação e acabamentos, e constituem um conjunto ainda extremamente bem preservado e íntegro. O traçado viário da cidade, demasiadamente retilíneo se comparado ao das cidades coloniais brasileiras, decorre possivelmente da forte influência espanhola em seu desenvolvimento.
Desde 2009, Jaguarão recebe investimentos do PAC Cidades Históricas, programa interministerial e federativo elaborado para articular ações de preservação do patrimônio cultural em 173 municípios do país. Cerca de R$ 1,3 milhão já foram destinados para obras na cidade gaúcha, com destaque para a restauração do Teatro Esperança.
A pauta da reunião do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural abrange ainda a possibilidade de tombamento do acervo Museu do Trem, na cidade do Rio de Janeiro, do centro histórico de Belém, no Pará, de 13 bens relacionados à imigração em sete municípios de Santa Catarina e do terreiro Zogbodo Male Bogun Seja Unde, em Cachoeira, na Bahia.
História de Jaguarão: disputas territoriais e economia pecuarista
A formação do Conjunto Histórico e Paisagístico de Jaguarão, agora proposto para tombamento como Patrimônio Histórico Nacional, está intrinsecamente ligada aos processos de expansão das ocupações portuguesa e espanhola no território americano e às respectivas estratégias para garantir a posse de seus territórios.
Durante o período conhecido como União Ibérica (1580-1640), estiveram suspensas as disputas territoriais. Nesse período foram descobertas as primeiras minas de prata na região andina e os primeiros caminhos de acesso a elas, a partir da navegação pelos rios afluentes do Rio da Prata. Mas com a restauração do reino de Portugal, a coroa lusitana partiu para a ocupação das terras ao sul do seu último ponto estabelecido pelo Tratado de Tordesilhas — a Capitania de São Vicente – com a fundação de portos e povoações nas baías de Paranaguá e da Babitonga, na Ilha de Santa Catarina, em Laguna, Rio Grande e no próprio Estuário do Prata, com a Colônia de Sacramento.
O início da povoação da região de Jaguarão descende justamente desse contexto. Às margens do Rio Jaguarão, no local conhecido como Cerro da Pólvora (hoje dentro da área urbana da cidade) foi estabelecida inicialmente uma guarnição militar espanhola, mais tarde tomada pelos portugueses, no entorno da qual se desenvolveu a povoação do Espírito Santo do Cerrito de Jaguarão.
Ao longo de sua história a cidade foi palco de disputas e batalhas entre as duas coroas e, mais tarde, após a independência e quando as fronteiras já estavam relativamente bem definidas, entre a elite pecuarista regional e o Governo Central. Portanto, a cidade cresceu envolta em uma atmosfera militar, e apesar de as fortificações originais não existirem mais, outros elementos marcam essa presença, como as ruínas da antiga Enfermaria Militar e um novo quartel do exército, construído já no século XX.
Ainda hoje situada na fronteira, a povoação se formou e desenvolveu voltada para o Uruguai, apesar de separada pelo Rio Jaguarão, que nesse trecho delimita a divisão política entre os dois países. A despeito das disputas políticas, a população sempre transitou entre os dois lados de maneira irrestrita, e o comércio de fronteira – em grande parte informal e estabelecido nos laços de parentesco entre os habitantes e nas propriedades rurais que os pecuaristas mantinham nos dois lados da fronteira – garantia a manutenção dos laços culturais que as longínquas coroas tentavam separar politicamente.
A Ponte Internacional Mauá, financiada pelo Uruguai em decorrência de uma dívida de guerra com o Brasil e executada no início do século XX por uma firma carioca, veio unir fisicamente o que já era indissociável culturalmente. E como em outros pontos da fronteira entre o Rio Grande do Sul e o Uruguai, Jaguarão e Rio Branco estabeleceram definitivamente sua interdependência, que se estendia a toda a região sul do Brasil e ao Uruguai com a implantação da linha férrea que conectou a malha gaúcha ao porto de Montevidéu. Por ela eram transportados os produtos oriundos da pecuária, principal atividade econômica da região.
Assim, a construção da ponte representa ainda a resistência das elites pecuaristas gaúchas, em constante disputa inicialmente com a coroa portuguesa e, mais tarde, com a administração centralizada no Rio de Janeiro e dominada pelos cafeicultores. A pecuária (principal produto da região até os dias de hoje), juntamente com o processamento da carne de gado para a produção de charque, permitiu o estabelecimento de uma classe social economicamente fortalecida no sul do país, mas cujos interesses muitas vezes eram preteridos pelo Governo Central, em favorecimento de interesses econômicos mais bem representados como a cafeicultura. A tensão entre os pecuaristas no sul e o governo acabou chegou a deflagrar conflitos armados, como as revoluções Farroupilha e Federalista, até hoje de grande importância para a cultura gaúcha.
O Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural
A reunião do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural será no dia 3 de maio, na sala de reunião da CNIC, Edifício Park Cidade, que fica na quadra 09, Torre B, 12º andar, Setor Comercial Sul em Brasília. O Conselho que avalia os processos de tombamento e registro de bens do patrimônio cultural brasileiro, presidido pelo presidente do Iphan, Luiz Fernando de Almeida, é formado por especialistas de diversas áreas, como cultura, turismo, arquitetura e arqueologia. Ao todo, são 22 conselheiros de instituições como Ministério do Turismo, Instituto dos Arquitetos do Brasil, Sociedade de Arqueologia Brasileira, Ministério da Educação, Sociedade Brasileira de Antropologia e Instituto Brasileiro de Museus – Ibram e da sociedade civil.
Serviço:
Reunião do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural
Data: 3 de maio de 2011, de 9h às 19h
Local: Sala de reunião da CNIC. Setor Comercial Sul, quadra 09, Edifício Park Cidade, Torre B, 12º andar, Brasília – DF

Clandestino - Gilberto Isquierdo e Said Baja

  Assim como o Said, milhares de palestinos tiveram de deixar seu país buscando refúgio em outros lugares do mundo. Radicado nesta fronteir...