Ao som dos tamboreiros e dos cantadores, o povo de Iemanjá desfilou pela Avenida 27 de Janeiro até o cais do porto, local onde chegaram os braços escravos que ajudaram a construir o patrimônio desta cidade. Ali, formou-se o palco dos cultos umbandistas à Rainha das águas. Festa de resgate da etnia afrobrasileira, patrimônio cultural e religioso de Jaguarão.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Clandestino - Gilberto Isquierdo e Said Baja
Assim como o Said, milhares de palestinos tiveram de deixar seu país buscando refúgio em outros lugares do mundo. Radicado nesta fronteir...
-
Credito ao amigo Mário Cerqueira, quando de sua primeira viagem ao Brasil e a Jaguarão depois de se radicar em Barcelona lá pelo fim do...
-
Programa Café da Manhã do DCM recordou a passagem de Belchior por Jaguarão e Lagoa Mirim- Aqui sendo recebido na Casa de Cultura Montevi...
-
sentimento de desolação afetou a todos os jaguarenses Há alguns dias sob interdição, apresentando rachaduras, a parte frontal do Salã...




Nenhum comentário:
Postar um comentário