segunda-feira, 20 de junho de 2011

Crime ambiental e suicídio turístico

Publicamos manifestação de um leitor do Blog da Confraria preocupado com a questão ambiental nesta fronteira. Fotografias tiradas de cima da Ponte Mauá. 
Este lixo vai ser colhido pelo rio

A poucos metros da rua principal do freeshop

Quem caminha pela Ponte Mauá em direção à Cuchilla observa nos arrabaldes, por trás do Freeshop de Rio Branco, o lixo acumulado naquela região. 
Trata-se de zona de preservação permanente, refugio da fauna e flora, que integra a bacia de captação do Rio Jaguarão, e que periodicamente é visitada por suas águas em épocas de chuvas intensas como as que ocorreram neste último fim de semana.

Região de grande beleza natural e que encanta os turistas que para cá se dirigem.  


Depois dos temporais, pode-se ver as águas crescidas do Jaguarão carregando em seu leito, rumo à lagoa, o lixo depositado irresponsavelmente em suas margens e isto, de ambos os lados, Brasil e Uruguay. 
Infelizmente, o dinheiro que circula em grande quantidade na Zona Comercial de Rio Branco parece  não ter trazido melhorias para a  infraestrutura e para a limpeza urbana daquela cidade. 
O turismo, que é um dos fatores potenciais de desenvolvimento, ampara-se não só no apelo comercial,  mas também nos atrativos naturais,  patrimônio histórico e cultural, infraestrutura, condições de vida da população local, entre outros. 

Nossa intenção é alertar as autoridades responsáveis e principalmente a comunidade fronteiriça,  dos perigos e prejuizos que a degradação ambiental acarretará, caso essa situação preocupante (acumulo de lixo em áreas  de preservação ambiental) não seja rapidamente corrigida, de forma a preservar e proteger os Bens que mais prezamos e que nos foram dados como privilégio e responsabilidade:
O Rio Jaguarão e seu entorno.
Moradores descartam lixo em aterros ao lado das moradias

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