segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Goodbye Lux Baker
domingo, 30 de janeiro de 2011
MOTOFEST- PROGRAMAÇÃO DESTE DOMINGO
sábado, 29 de janeiro de 2011
MOTOFEST - Programação deste sábado

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Correio do Povo - Jaguarão: Resgate na antiga Enfermaria
Fonte: http://www.correiodopovo.com.br/
MOTOFEST - O QUE VAI ROLAR HOJE, DIA 28, SEXTA FEIRA.
10h – Abertura da Feira de Motociclistas
12h – Almoço livre
16h – Som Mecânico
21h- Abertura Oficial
O Rock Jaguarense na Motofest
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
MOTOFEST - PROGRAMAÇÃO DE HOJE, 27 DE JANEIRO

O ACESSO À CULTURA COMO DIREITO
Ministra pede agilidade a deputados para aprovar Vale Cultura
Brasília – A ministra da Cultura, Ana de Hollanda, afirmou hoje (27/1) que já entrou em contato com parlamentares da Câmara dos Deputados para pedir mais agilidade na tramitação do projeto de lei que cria o Vale Cultura. A expectativa, segundo ela, é que o benefício seja aprovado ainda neste primeiro semestre.
Fonte: Agência Brasil
Publicação: 27/01/2011
http://www.correiobraziliense.com.br/
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Intuição
Esqueço das horas pensando em ti
Essa sucessão de agoras infinitos
Dá razão a minha luta do instante
De ser feliz a qualquer preço
Mesmo que isso não importe
E os sonhos que sofreram transmutação
Nesse momento que olho o mundo de dentro
Estão cada vez mais perto de mim
Ao sentir-me cada vez mais longe do centro.
Daniel Moreira (revista-seja.blogspot.com)
Arte: Raul Garre
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Maria Volonté e Kevin Footer na Biblioteca Café - Buenos Aires
Vontade de amar,
De amar Buenos Aires.
Na capela, entoa um Fado.
Lisboa revisitada en la calle Alvear.
De repente, un aire de candombe.
Vontade de bailar Montevideo.
Una harmonica a la Midnight Cowboy,
A Bossa do Brasil no violão,
A província presente na Chacarera.
Maria Jazz, Maria Fado, Maria Tango.
Simplesmente Maria.
Jorge Passos
Se você estiver em Buenos Aires, não perca a apresentação de Maria Volonté e Kevin Footer na Biblioteca Café no dia 29 de Janeiro , 21 horas.
O projeto Cine Resistência vai ao Presídio

Com a intenção de levar informação de forma lúdica e cultural, são utilizados materiais cinematográficos, de preferência nacionais, onde se possa mostrar uma situação mais próxima à realidade, realidade essa, relacionada a todos os temas elencados anteriormente.
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Diário Popular - Jaguarão - A singularidade que levou ao tombamento


A singularidade que deu o tombamento a Jaguarão
Foto Carlos Queiroz
Por: Michele Ferreira michele@diariopopular.com.br
O número é alto. O inventário realizado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), para decidir pelo tombamento de Jaguarão, catalogou 800 imóveis. O mapeamento, minucioso, abrange aproximadamente 50% da zona urbana, seja como área tombada ou de entorno. Com o selo de qualidade, muitas regras precisarão ser respeitadas. A partir de agora, todas as obras que atinjam a arquitetura de prédios que integram o conjunto dependerão de aprovação do Iphan.
A possibilidade de o órgão instalar um escritório técnico em Jaguarão já é analisada, com o intuito de agilizar os procedimentos. Entusiasmo e receio ficam lado a lado, na comunidade. Para esvaziar as dúvidas, portanto, só há um caminho: debate aberto.
“A cidade não ficará congelada com o tombamento.” A declaração é do diretor de Patrimônio Histórico da prefeitura, Alan Dutra de Melo. “Entraremos, agora, no período de definição das diretrizes de cada setor em que a cidade foi dividida. Depois será feito um regramento.” Tudo em compatibilidade com o Plano Diretor, de 2007, também considerado pelo estudo do Iphan. E é esse detalhamento, a ser construído daqui para frente, que indicará a linha a ser adotada em cada situação, seja para o que já existe, seja para o que será erguido. Os prédios não serão vistos de forma isolada. O resguardo da paisagem, a face da quadra, a volumetria do entorno. Será preciso identificar as variáveis de cada caso, mas é o interesse público, coletivo, que deverá prevalecer. Não o privado ou de especulação imobiliária.
Confira todos os detalhes sobre o tombamento de Jaguarão na reportagem completa nas páginas 2 e 3 da edição impressa do Diário Popular. (edição do dia 23 e 24/01/2011)
Jacques Sternberg - El sobreviviente

Cuentos glaciales (Contés Glacés, 1974) son 270 cuentos, recopilados por el propio Sternberg, escritos entre 1948 y la fecha de edición. En el prólogo, el autor escribe, con su característico gusto por la provocación: “Escribir una novela de más de 250 páginas está al alcance de cualquier escritor más o menos dotado. Puede hacerse en 25 días a razón de 10 páginas diarias... Escribir 270 cuentos, en su mayoría breves, es otra historia. No se trata de un asunto de ritmo, sino de inspiración: hacen falta 270 ideas. Y eso es mucho”.
Varios de estos “cuentos glaciales” giran, justamente, alrededor de una idea ingeniosa, en la mayoría de los casos muy inquietante. Casi siempre, los microrrelatos pueden considerarse fantásticos o estar dentro de la ciencia ficción (especialmente en los apartados “Los otros” y “Los otros lugares”), pero en todos los casos le pertenecen al fantástico post Kafka, que no usa ni monstruos ni maquinarias perversas ni laboratorios para expresar lo irracional de la existencia humana. Kafka es una influencia; también cierto humor surrealista. Y en cada texto queda clara la desconfianza de Sternberg, su misantropía, su humor negro. A cada relato clásico, como “El reflejo” (sobre el tema del doble), se le van sumando cuentos donde lo disruptivo, en ocasiones lo maligno, es la ciudad, la burocracia, los pasillos, los túneles, las cañerías, las películas, las fotografías: el horror de la deshumanización pero escrito sin solemnidad, con una sonrisa perversa. Salvo, quizá, en los numerosos relatos sobre o situados en trenes (“La estación”, “El último vagón”): no es aventurado afirmar que en estos relatos Sternberg está escribiendo sobre el Holocausto, ya que luego lo hace explícitamente en cuentos como “La cura” (un campo de concentración en un castillo) o el clarísimo “El tren”.
Hay dos relatos en Cuentos glaciales que escapan a la microficción y no sólo por su extensión. Se trata de “El resto es silencio” y “Marea baja”, dos cuentos de casi veinte páginas protagonizados por mujeres extrañas que visitan al protagonista y lo hechizan con mórbido encanto. Las visitantes encarnan a la Muerte, y no parece casual que Sternberg haya incluido en la colección a estos disonantes cuentos extensos, descriptivos, muy poco ingeniosos, desesperantes y de oscura fluidez. La muerte es el gran tema que sobrevuela todos los Cuentos glaciales, incluso los más juguetones, incluso los que se parecen demasiado a ejercicios o borradores, sea en la muerte de una civilización (“La memoria”) o la de un niño (“El juego”). Sternberg se consideraba un cronista del terror en sus formas contemporáneas pero, al menos en Cuentos glaciales, su gran miedo es el fin. O el absurdo de tener que vivir y morir.
Fonte: http://www.pagina12.com.ar/diario/suplementos/libros/10-4140-2011-01-24.html
"Pouco lido em castelhano" nos diz a autora do artigo e "quase nada em portugues" ousamos afirmar. De Jacques Sternberg, encontramos indicios de sua obra apenas numa coletanea de contos de ficção cientifica editada em Portugal, Coimbra 1959.
domingo, 23 de janeiro de 2011
Diário Popular - Jaguarão - Selo de qualidade ímpar

A seguir , alguns trechos da matéria:


Iphan busca o passado em Jaguarão

Conjunto histórico foi tombado em dezembro de 2010
Por: Michele Ferreira
michele@diariopopular.com.br
Neste domingo (23) e segunda-feira, portanto, a edição impressa do Diário Popular traz a palavra de lideranças da comunidade e mostra como o município de fronteira com Rio Branco, no Uruguai, prepara-se para investir na vocação turística.
Fonte: http://www.diariopopular.com.
sábado, 22 de janeiro de 2011
Carinhoso - Chorinho em Niteroi / Brasil - Yamandú Costa
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Diversas apresentações marcam o encerramento da 1º etapa do “Música para Todos”

Com o auditório da Casa de Cultura completamente lotado de jovens, crianças e adultos, na noite da última terça-feira (18) a Secretaria de Cultura através da Coordenação de Promoção Cultural realizou o encerramento da primeira etapa do Projeto Música para Todos.
Na ocasião, os alunos que participaram dos encontros no ano de 2010 mostraram para os presentes tudo o que aprenderam durante as aulas, em uma bonita apresentação que emocionou a todos.
De acordo com o Secretário de Cultura e Turismo, Alencar Porto, uma das maiores preocupações do Prefeito Cláudio Martins quando entrou no governo era a de proporcionar o acesso a cultura também aos mais carentes do município e seguindo essa linha a SECULT vem trabalhando intensamente em programas que garantam a inclusão de todos.
O coordenador de promoção cultural, Rodrigo Machado, mostrou-se muito satisfeito com o resultado do programa. “A grande participação popular foi um importante incentivo para nos dedicarmos cada vez mais ao programa e proporcionarmos a muitas pessoas o aprendizado de diversos instrumentos musicais”, finaliza.
SAIBA MAIS: O “Música para Todos” é um projeto criado em julho de 2010 pela Coordenação de Promoção Cultural com a finalidade de proporcionar para a população jaguarense novas oportunidades e incentivar a inclusão de jovens e adolescentes em atividades culturais.
No ano de 2010 o projeto contou com a participação de 40 alunos por dia divididos entre os cursos de acordeom, bateria, teclado, guitarra e violão.
Fonte: http://jaguarao.rs.gov.br/
Um ano de Cineclube
Zé da Velha e Paulo Moura no documentário Brasileirinho


Entrevista ao Diário Popular

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